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Desenvolvimento de membro inferior robótico antropomórfico

Processo: 19/23749-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2020
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2021
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Biomédica - Bioengenharia
Pesquisador responsável:Rafael Traldi Moura
Beneficiário:Paloma Rodrigues Rocha
Instituição-sede: Escola Politécnica (EP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Robótica médica   Tecnologia assistiva   Manipuladores robóticos   Antropomorfismo   Exoesqueleto

Resumo

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a população idosa está aumentando, resultando em uma quantidade maior de pessoas afetadas por deficiências. No cenário brasileiro, em que já há um quarto da população com algum tipo de deficiência, e quase um décimo com deficiência motora, torna-se crucial o investimento em tecnologias voltadas para a melhora da qualidade de vida desta população. Já existem tecnologias assistivas como por exemplo a cadeira de rodas. Porém, mesmo após anos de otimizações com avanços tecnológicos, estas soluções ainda possuem limitações. Para ultrapassar estes limites devem ser utilizadas novas concepções iniciais nos projetos com conceitos de bioinspiração, bioengenharia e antropomorfia. A aplicação destes temas permite desenvolver exoesqueletos e membros robóticos, que, apesar de serem promissoras soluções, representam um grande desafio. Dois desafios em exoesqueletos são a minimização de massa inercial (moto redutores) e o longo ciclo de projeto, uma vez que são necessários testes em seres humanos. Realocar os atuadores para posições que forneçam mais conforto ao usuário além de permitir um funcionamento mais biomimético é essencial, isso pode ser realizado por meio de atuação remota com cabos bowden. Além disso, para auxiliar no segundo desafio, uma prótese pode ser usada para validar o exoesqueleto, como o que está em produção no Laboratório de Biomecatrônica da USP. Desta forma, irá acelerar a etapa de testes do exoesqueleto, além de oferecer mais segurança nos testes com humanos. Assim, este projeto visa fabricar um membro inferior robótico antropomórfico, que poderá ser adaptado para ser uma prótese, e que utiliza de conceitos de bioinspiração, antropomorfia e atuação remota. (AU)