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Razões em favor e contra objetos arbitrários

Processo: 19/17407-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2020
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - Metafísica
Pesquisador responsável:Giorgio Venturi
Beneficiário:Pedro Teixeira Yago
Instituição-sede: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/25891-3 - Arbitrariedade e genericidade: ou sobre como falar do indizível, AP.JP
Assunto(s):Filosofia da matemática   Matemática   Platão   Lógica matemática

Resumo

Desde a antiguidade filósofos levantaram questões sobre os objetos da teoria matemática: há de fato tais tipos de objetos? Qual seria sua natureza? Há alguma diferença entre eles e os objetos que encontramos na natureza? Seriam os objetos matemáticos capazes de fundamentar a certeza da matemática? Platão foi o primeiro a propor que a matemática seria sobre universais. De fato, ideias platônicas representam o primeiro exemplo histórico interessante de objetos com uma característica de arbitrariedade: objetos capazes de representar a essência de objetos concretos dos quais eles são uma abstração. Ainda, a história dos objetos arbitrários, já na época de Platão e Aristóteles, é profundamente interligada àquela da lógica, devido ao caráter universal desta (i.e. a possibilidade de sua aplicação a qualquer área do conhecimento). Consequentemente, o estudo de objetos arbitrários segue a evolução da lógica ao longo de sua história. Neste projeto nós pretendemos traçar uma história geral dos objetos arbitrários, explicitando os argumentos que filósofos ofereceram em favor e contra sua existência, e os confrontando com os temas principais do desenvolvimento moderno da lógica. (AU)