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Efeito da diabetes mellitus tipos 1 e 2 na diferenciação osteoblástica de células-tronco mesenquimais

Processo: 19/18711-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2020
Vigência (Término): 31 de agosto de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial
Pesquisador responsável:Adalberto Luiz Rosa
Beneficiário:Denise Weffort
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/12622-7 - Terapia celular: potencial de células-tronco mesenquimais, VEGF-A e BMP-9 para regenerar tecido ósseo, AP.TEM
Assunto(s):Biologia molecular   Terapia baseada em transplante de células e tecidos   Células-tronco mesenquimais   Cultura de células   Diabetes mellitus   Transdução de sinais

Resumo

A diabetes mellitus (DM) é um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por altas concentrações de glicose sanguínea. Essa característica pode ser devido a falhas na secreção da insulina, na sua ação ou ambas. As de maior ocorrência são a DM Tipos 1 (DM1) e 2 (DM2). Existem evidências de que a DM interfere negativamente no tecido ósseo, ao menos em parte, por atuar sobre as células responsáveis pela síntese óssea, os osteoblastos, reduzindo tanto a sua diferenciação quanto sua função. Altas concentrações de glicose podem inibir a proliferação de células osteoprogenitoras e osteoblásticas, reduzindo a expressão de genes relacionados à osteogênese e a deposição de cálcio, o que ocasiona menor formação de nódulos mineralizados. No entanto, não existem estudos comparando os eventuais efeitos distintos na diferenciação osteoblástica induzidos pela DM1 e DM2 e investigando quais vias de sinalização celular poderiam estar envolvidas nestes efeitos. Sendo assim, o objetivo desse estudo é avaliar o efeito da DM tipos 1 e 2 sobre a diferenciação osteoblástica de células-tronco mesenquimais (CTMs) e a participação das vias de sinalização das proteínas ósseas morfogenéticas (BMPs), Wnt e integrinas, que estão entre as principais vias que atuam neste processo. Para isso, DM1 ou DM2 serão induzidas em ratos Wistar e CTMs serão isoladas a partir da medula óssea e cultivadas em condições osteogênicas, para induzir a diferenciação osteoblástica, e hiperglicêmicas. Serão avaliadas a proliferação celular, a atividade de fosfatase alcalina (ALP), a formação de matriz extracelular mineralizada, a expressão gênica dos marcadores osteoblásticos fator de transcrição relacionado ao runt2 (Runx2), osterix, Alp, sialoproteína óssea e osteocalcina e a expressão proteica de RUNX2. Também será avaliada a expressão gênica de componentes das vias de sinalização das BMPs, Wnt e integrinas. Os dados serão submetidos ao teste de aderência à curva normal para determinar a análise estatística adequada. (AU)