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Avaliação da utilização do Etil-2-Cianoacrilato na síntese de pele em equinos

Processo: 19/24594-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2020
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Renata Gebara Sampaio Dória
Beneficiário:Gabriela Luiza de Oliveira
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Assunto(s):Cirurgia veterinária   Ferimentos e lesões   Cicatrização   Biomateriais   Cianoacrilatos   Equinos   Metalografia microscópica   Teste de biocompatibilidade

Resumo

Considerando-se as dificuldades da cicatrização de feridas inerentes aos equinos, como tendência à formação de tecido de granulação e reação a corpos estranhos, a possibilidade da utilização de uma cola biocompatível na sutura de feridas apresenta-se como uma ferramenta enriquecedora à cirurgia de equinos. O adesivo de pele, composto por etil-2-cianoacrilato, apresenta propriedades, quando utilizado em feridas de humanos, como ausência de desconforto/dor, redução no tempo cirúrgico, redução no tempo de cicatrização, barreira física contra infectantes ambientais, resistência à ação de exsudatos e redução de deiscência. Propõe-se com este estudo avaliar a eficácia e biocompatibilidade do etil-2-cianoacrilato como adesivo de pele em feridas cirúrgicas de equinos, comparando-o à utilização de fio de sutura no processo cicatricial. Com essa finalidade, serão utilizados oito equinos, divididos em dois grupos experimentais, os quais terão incisão de pele, realizada em ambos os lados da região de pescoço, suturada com fio de náilon (GS; grupo sutura; lado esquerdo do pescoço) ou colada com etil-2-cianoacrilato (GA; grupo adesivo tecidual; lado direito do pescoço). Serão realizadas avaliações macroscópicas das feridas cirúrgicas de ambos os grupos, imediatamente após a incisão cirúrgica (D0) e aos 3 (D3), 7 (D7), 10 (D10) e 15 (D15) dias de pós-operatório. Serão observados aspectos como sensibilidade ao toque, consistência tecidual, sinais de infecção da ferida cirúrgica, processo de cicatrização e sinais de rejeição do biomaterial. Após 15 dias, será realizada colheita de fragmento de pele cicatrizada para avaliação microscópica. Dessa forma, propõe-se com este estudo avaliar comparativamente a eficácia e biocompatibilidade do etil-2-cianoacrilato como adesivo de pele em feridas de equinos, ampliando os conhecimentos quanto ao uso de colas cirúrgicas nas cirurgias de equinos, fornecendo aos profissionais uma alternativa rápida e eficaz às suturas convencionais.