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Fluxo de material para o disco circumplanetário necessário para a formação de satélites de planetas gigantes

Processo: 19/21857-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2020
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Astronomia - Astronomia do Sistema Solar
Pesquisador responsável:Ernesto Vieira Neto
Beneficiário:Julio Cesar Monteiro dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia (FEG). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Guaratinguetá. Guaratinguetá , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/24561-0 - A relevância dos pequenos corpos em dinâmica orbital, AP.TEM
Assunto(s):Satélites   Planetas   Sistema solar

Resumo

Para o nosso Sistema Solar existem dois modelos clássicos que explicam a formação dos satélites regulares dos planetas gigantes. O modelo de massa mínima, proposto por Lunine e Stevenson (1982), que pode ser interpretado como um modelo equivalente ao da formação dos planetas, mas na escala do disco circumplanetário. E o modelo de déficit de gás, proposto por Canup e Ward (2002), em que o material que existe no disco circumplanetário para a formação dos satélites não é suficiente e é necessário que entre mais material vindo do disco circum-estelar através de braços espirais que conectam os dois disco (Lubow et. al. 1999,Kley 1999). Estes dois modelos não explicam na totalidade as características dos sistemas de satélites que conhecemos, mas têm tido sucessos em vários aspectos. A principal diferença entre esses modelos está no fluxo de material para o disco circumplanetário. Nesse projeto de dissertação de mestrado propomos estudar esse fluxo. Com as informações obtidas poderemos ter subsídios para a criação de um modelo misto e que aproveite as melhores qualidades de cada modelo. (AU)