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O envolvimento da enzima indolamina 2, 3-dioxigenase 1 (IDO-1) em mecanismos imunossupressores de células supressoras mielóides (MDSCs) na Paracoccidioidomicose Pulmonar Murina

Processo: 19/24440-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2020
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Pesquisador responsável:Flávio Vieira Loures
Beneficiário:Valéria de Lima Kaminski
Instituição-sede: Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/14762-3 - Imunossupressão na paracoccidioidomicose: função reguladora das células supressoras derivadas da linhagem mieloide (MDSC) na imunidade do hospedeiro, na patologia tecidual e adaptação genética das células fúngicas, AP.JP2
Assunto(s):Imunorregulação   Micoses   Paracoccidioidomicose   Paracoccidioides brasiliensis   Células supressoras mieloides   Indolamina-pirrol 2,3,-dioxigenase

Resumo

Estudos prévios em Paracoccidioidomicose (PCM), a micose sistêmica mais prevalente na América Latina, revelaram que a imunidade dos hospedeiros é fortemente regulada por vários mecanismos supressores mediados por células dendríticas plasmocitóides tolerogênicas, pela enzima 2,3 indoleamina dioxigenase (IDO1) e por células T reguladoras (Treg). IDO1 também foi vista como orquestrando efeitos imunossupressores locais e sistêmicos através do recrutamento e ativação de células supressoras mielóides (MDSCs), uma população heterogênea de células mielóides com capacidade potente de suprimir as respostas das células T. Essas células regulam as respostas imunes e o reparo tecidual em indivíduos saudáveis e se expandem rapidamente durante a infecção. O envolvimento de MDSCs durante a PCM nunca foi investigado, levando-nos a propor este estudo que visa caracterizar a participação de MDSCs na imunidade contra a infecção por P. brasileinsis. A presença, o fenótipo e a atividade das MDSCs serão avaliados em vários períodos pós-infecção. Com base em estudos anteriores que estabeleceram uma correlação positiva entre a atividade de IDO e a infiltração de MDSCs, também pretendemos fazer um estudo comparativo da função de MDSCs na PCM pulmonar usando camundongos deficientes e suficientes em IDO. Uma melhor compreensão da imunorregulação na PCM pulmonar mediada por MDSCs possivelmente promoverá o avanço do conhecimento atual acerca das respostas patógeno-hospedeiro que controlam a gravidade da PCM, bem como abrirá novas perspectivas para terapias mais eficazes. (AU)