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Variabilidade espaço-temporal do CO2 atmosférico no estado de São Paulo, Brasil: uma perspectiva com sensoriamento remoto

Processo: 19/25812-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2020
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Agrometeorologia
Pesquisador responsável:Newton La Scala Júnior
Beneficiário:Luis Miguel da Costa
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Sensoriamento remoto   Variabilidade espacial   Atmosfera enriquecida em CO2   Região metropolitana   Ribeirão Preto (SP)

Resumo

O estado de São Paulo apresenta uma extensão de 249 mil km2 com uma densidade populacional de aproximadamente 170 habitantes por km2, a alta densidade populacional faz com que as emissões antrópicas de CO2 aumente, além disso, esse estado também tem alto embasamento agrícola, essa por sua vez exerce uma forte influência sobre a dinâmica do CO2 atmosférico, devido a captura de grandes quantidades de CO2 incorporando carbono em sua fitomassa e ao manejo e uso do solo, podendo tais processos atuarem como fonte ou sumidouro desse gás. As técnicas de sensoriamento remoto, vêm sendo amplamente utilizadas para identificar e caracterizar por exemplo, o impacto da mudança do uso da terra na emissão de gases do efeito estufa (GEE), nos permitindo compreender seus processos e distribuições com precisão, além de possibilitar o estudo de suas anomalias. Diante disso, objetivamos com esse projeto, (I) caracterizar a variabilidade espacial e temporal do CO2 atmosférico associando variáveis climáticas e vegetativas no estado de São Paulo; (II) relacionar as emissões de CO2 por meio de modelos de anomalias climáticas entre áreas agrícolas e urbanas para todo o estado de São Paulo usando técnicas de sensoriamento remoto. Será analisada uma série temporal de 2015 a 2018 para os dados de XCO2 e SIF do Observatório do Carbono em Órbita-2 (OCO-2), índices climáticos obtidos pela NASA-POWER como: umidade relativa (RH), insolação incidente (Qg) e temperatura média a 2 metros (T2m) e etc., e índices vegetativos como: índice de área foliar (LAI (MCD15A2H.006 V6)) e evapotranspiração por Penman-Monteith (ET (MOD16A2.006 V6)) e etc. pelo sensor MODIS. Para área estudada, os dados serão divididos em estação chuvosa (WET) e estação seca (DRY), posteriormente as análises das variáveis obtidas, serão realizadas através de estáticas descritiva (média, desvio-padrão da média, erro-padrão da média, etc.), tanto para a variabilidade temporal quanto a variabilidade espacial do CO2 atmosférico, além disso o modelo do variograma experimental da espacialização será em função das distancias entre duas localizações, as anomalias serão calculadas a partir da diferença entre o valor da observação e da mediana anual. Pretende-se ao final do estudo, elucidar algumas questões a respeito do efeito da fotossíntese sobre as concentrações atmosféricas de CO2 e as interações da cobertura vegetal sobre a dinâmica do CO2 e em como o clima pode afetar essa dinâmica. (AU)