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Politização da arte em Walter Benjamin: o potencial emancipatório do cinema nos filmes de Charlie Chaplin

Processo: 19/25347-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2020
Vigência (Término): 31 de agosto de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia
Pesquisador responsável:Francisco de Ambrosis Pinheiro Machado
Beneficiário:Patrícia Braz de Carvalho
Instituição-sede: Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Guarulhos. Guarulhos , SP, Brasil
Assunto(s):Filosofia da arte   Artes   Cinema   Walter Benjamin   Politização

Resumo

A proposta desta pesquisa é compreender a partir da concepção de politização da arte de Walter Benjamin, elaborado no ensaio A obra de arte na época de sua reprodutibilidade técnica, de 1936 (segunda versão), como se orienta, a partir do advento da reprodutibilidade técnica das obras de arte, o potencial emancipatório do cinema nos filmes de Charlie Chaplin capaz de organizar as massas através da consciência de classe, que pode vir a se desdobrar em ação política revolucionária. Desta relação entre arte e política, situada no segundo período do pensamento filosófico de Walter Benjamin, propõe-se a análise, em um primeiro momento,do conceito benjaminiano de espaço de jogo - Spielraum -, elaborado em sua teoria política da arte, através do qual analisaremos a interação de Chaplin com a técnica, o caráter de pantomima de seus personagens, revelando a importância do corpo enquanto instrumento de recepção e percepção no cinema, e a ordenação experimental do espaço cinematográfico. Para tal intento serão analisados alguns trechos de filmes de Chaplin de sua fase inicial, na qual o mesmo não utiliza recursos sonoros. (AU)

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