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Análise do perfil de linfócitos T CD4+ citotóxicos e senescentes em pacientes durante a evolução clínica da COVID-19

Processo: 19/25788-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2020
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Alessandro dos Santos Farias
Beneficiário:Sophia Nora Baptista
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Viroses   Infecções por Coronavirus   COVID-19   Linfócitos T citotóxicos   Linfócitos T   Linfócitos T CD4-positivos

Resumo

COVID-19 é uma doença emergente, causada pelo vírus SARS-CoV-2, que se tornou uma pandemia nos últimos meses. Diversos estudos têm demonstrado que o número de linfócitos T em pacientes infectados por SARS-CoV-2 encontra-se drasticamente reduzido. O comprometimento da atividade de linfócitos pode ser fundamental para a qualidade da resposta contra o SARS-CoV-2, caracterizando-se como um possível mecanismo de escape do vírus. No caso dos linfócitos T CD8+, a exaustão precoce e/ou a baixa atividade pode comprometer diretamente a atividade antiviral dessas células. Em paralelo, o comprometimento da atividade de linfócitos T CD4+ representaria um déficit importante na resposta adaptativa. Interessantemente, alguns pacientes já recuperados da COVID-19 apresentam níveis de anticorpos não detectados. Diante do exposto é possível que a infecção do SARS-CoV-2 comprometa de forma direta (infecção dos linfócitos) ou indireta a qualidade da resposta imune adaptativa. Ainda, nos últimos anos diversos estudos demonstraram a capacidade citotóxica de linfócitos T CD4+, principalmente em condições patológicas. Em diversas infecções virais como: EBV, LCMV, INFLUENZA, DENGUE, entre outras, as células TCD4+ citotóxicas apresentam importância crucial na resolução da infeção. Diante do exposto e entendendo a urgência do momento atual, nossa intenção na presente proposta é investigar a ocorrência de linfócitos T CD4+ citotóxicos e senescentes em pacientes diagnosticados com as formas sintomática moderada ou grave da COVID-19. Possíveis padrões distintos nestas populações poderiam predizer uma melhor ou pior evolução da doença, assim como a formação da imunidade protetora. (AU)

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