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Desreguladores endócrinos em fórmulas infantis: um risco oculto na primeira infância?

Processo: 19/26451-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2020
Vigência (Término): 31 de março de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos
Pesquisador responsável:Silvia Amelia Verdiani Tfouni
Beneficiário:Mateus Henrique Petrarca
Instituição-sede: Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/50349-0 - Plano de desenvolvimento institucional em pesquisa do Instituto de Tecnologia de Alimentos - ITAL (PDIp), AP.PDIP
Assunto(s):Segurança alimentar   Química verde   Poluentes ambientais   Sistema endócrino   Cromatografia a gás   Cromatografia líquida   Espectrometria de massas

Resumo

A exposição na dieta a compostos que possam interferir com as funções do sistema endócrino tem recebido especial atenção nos últimos anos. O sistema endócrino, em conjunto com o sistema nervoso, controla o metabolismo, puberdade, reprodução e comportamento, e através de um padrão de expressão regulado pelo desenvolvimento, regula a proliferação e diferenciação celular e o desenvolvimento dos órgãos, assim, alterações nas funções endócrinas durante o pós-natal e a amamentação resultam em um maior potencial para os efeitos adversos à saúde em longo prazo. Portanto, a avaliação da exposição aos desreguladores endócrinos durante os primeiros anos de vida torna-se de suma relevância para a saúde pública. Nesse contexto, o objetivo principal do presente projeto de pesquisa é avaliar os níveis de compostos com evidencia in vivo e/ou in vitro de atividade desreguladora endócrina em amostras de fórmula infantil comercializadas no Brasil, incluindo contaminantes ambientais e de processamento, agrotóxicos específicos e contaminantes provenientes de materiais de embalagens. Para isso, novos métodos analíticos inseridos no contexto de "química verde" serão desenvolvidos empregando técnicas de preparo de amostra miniaturizadas e técnicas cromatográficas hifenadas (líquida e gasosa) acopladas à espectrometria de massas. Ademais, estimativas de ingestão serão calculadas com base nos níveis de ocorrência dos compostos investigados e as necessidades energéticas diárias e padrões de crescimento infantil da Organização Mundial da Saúde. (AU)