| Processo: | 20/00081-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Enzimologia |
| Acordo de Cooperação: | Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) |
| Pesquisador responsável: | Maria de Lourdes Teixeira de Moraes Polizeli |
| Beneficiário: | Robson Carlos Alnoch |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 18/07522-6 - Desenvolvimento de tecnologias ecológicas para a hidrólise de biomassa e resíduos da indústria de celulose e papel, AP.R |
| Assunto(s): | Biomassa |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | degradação de biomassa | Enzimas lignocelulolíticas | Imobilização e co-imobilização de enzimas | resíduos agroindustriais | Imobilização de enzimas |
Resumo Durante o processo de hidrólise da biomassa, um dos pontos críticos é a rápida degradação das enzimas. Portanto, técnicas para estabilizar e reduzir a inativação de enzimas, devido à distorção de sua estrutura nativa pela influência da temperatura, pH e solventes orgânicos, são bastante atraentes. A imobilização de enzimas tem sido empregada para esse fim, tornando o processo menos oneroso. Essa estratégia também é uma ferramenta importante para aumentar sua bioatividade, permitindo que seja reutilizada. A imobilização é um método de fixação da enzima a um agente imobilizador, e esse método deve ser o mais suave possível, evitando que a enzima sofra alterações conformacionais. O suporte da imobilização tem um papel importante na manutenção da conformação e atividade da enzima. Apesar da grande diversidade de métodos desenvolvidos e aplicados na imobilização de enzimas, não existe um método eficaz para todas elas, e os trabalhos de imobilização de celulases e xilanases para a hidrólise da biomassa lignocelulósica são escassos. Entre os diferentes métodos, a imobilização por ligação covalente e troca iônica tem sido amplamente empregada, aumentando a resistência das enzimas a altas temperaturas e solventes denaturantes. As técnicas de imobilização mais conhecidas são: glioxil-agarose, MANAE-agarose, glutaraldeído-quitosano, entre outras. Portanto, neste projeto serão utilizados substratos à base de agarose, suportes porosos, nanotubos de carbono e suportes produzidos a partir da própria biomassa. Nesse contexto, avaliará técnicas de imobilização covalente e de troca iônica que resultam em um complexo enzima-agente imobilizador com boa retenção de atividade e alta estabilidade operacional. Os processos de co-imobilização também serão avaliados para imobilizar duas ou mais enzimas. A avaliação dos diferentes tratamentos e a capacidade das técnicas de imobilização serão realizadas através da determinação da eficiência, estabilidade e bioatividade das enzimas imobilizadas e co-imobilizadas em diferentes suportes químicos, bem como para avaliar a reutilização biocatalítica. Este projeto abre a perspectiva de desenvolvimento de novas metodologias para imobilização e co-imobilização de enzimas que visam à degradação de diferentes biomassas. Neste trabalho serão demonstrados métodos de imobilização, utilizando diferentes materiais como suporte. De acordo com a característica de cada enzima serão seguidas diferentes estratégias de imobilização e co-imobilização. (AU) | |
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