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Desenvolvimento de vacinas contra Streptococcus pyogenes e Chikungunya utilizando VLPs

Processo: 20/04667-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Jovens Pesquisadores
Vigência (Início): 01 de março de 2020
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia
Pesquisador responsável:Gustavo Cabral de Miranda
Beneficiário:Gustavo Cabral de Miranda
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/14526-0 - Desenvolvimento de vacinas contra Streptococcus pyogenes e Chikungunya utilizando VLPs, AP.JP
Assunto(s):Febre de Chikungunya   Febre reumática   Cardiopatia reumática   Vacinas   Bactérias gram-positivas   Streptococcus pyogenes   Saúde pública

Resumo

Streptococcus pyogenes é uma espécie de bactéria Gram-positiva responsável por uma grande variedade de doenças, como febre reumática e cardiopatia reumática crônica. Estima-se que mais de meio milhão de mortes são causadas devido a graves infecções causadas por S. pyogenes em todo o mundo; e no Brasil isso tem levado a sérios problemas de saúde pública. Tal como S. pyogenes, o vírus Chikungunya tornou-se uma ameaçada mundial e, segundo a OMS, mais de um milhão de casos são registrados anualmente apenas nas Américas, onde a maioria dos casos acontecem do Brasil. Portanto, o desenvolvimento de vacinas seguras e eficazes contra S. pyogenes e Chikungunya evitará a extensiva morbidade e mortalidade humana causadas por esses patógenos. Neste projeto, propomos o desenvolvimento de vacinas contra S. pyogenes e Chikungunya tendo como base as partículas semelhantes a vírus (do inglês, virus like particles-VLPs), em especial o bacteriófago Qbeta (Q²VLP) e Poliomavírus murino VP1 (VP1VLPs). A construção e caracterização de novos VLPs como plataforma desenvolvida no Brasil a ser utilizada para os estudos de vacinas contra diversos patógenos, inicialmente S. pyogenes e vírus Chikungunya, será fundamental para estudos de vacinas no Instituto do Coração, da Universidade de São Paulo, assim como para o Brasil em geral, pois será um passo importante para estabelecer novas estratégias nos estudos de novas vacinas com o uso de VLPs. Minha inserção também estabelecerá colaborações fortes com universidades reconhecidas internacionalmente, como a Universidade de Oxford, Inglaterra e o Hospital Universitário de Berna, na Suíça, onde tenho trabalhado nos últimos cinco anos. (AU)

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