| Processo: | 19/08870-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Arqueologia - Arqueologia Pré-histórica |
| Pesquisador responsável: | Maria Mercedes Martinez Okumura |
| Beneficiário: | João Carlos Moreno de Sousa |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 18/23282-5 - Continuidade e mudança em grupos pré-históricos do Vale do Ribeira de Iguape (São Paulo e Paraná): aplicações da teoria evolutiva a bioarqueologia e estudos de cultura material, AP.JP |
| Assunto(s): | Arqueologia experimental Evolução cultural Diversidade cultural Paleoíndios América do Sul |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | arqueologia experimental | Evolução Cultural | Tecnologia litica | Evolução cultural; tecnologia lítica |
Resumo Diversos sítios paleoíndios no Brasil, especialmente no Centro e no Sul do país, são conhecidos devido às escavações nessas regiões desde a década de 1960. No entanto, poucas análises sistemáticas da cultura material destes sítios paleoíndios foram realizadas até hoje. A literatura arqueológica brasileira costuma classificar apenas duas culturas arqueológicas para o período paleoíndio na porção oriental da América do Sul - a "Tradição Itaparica" e a "Tradição Umbu", ambas datadas por volta de 13.000 até (pelo menos) 7000 mil anos atrás. Poucas pesquisas foram feitas a fim de verificar se as coleções arqueológicas associadas a estas duas supostas culturas arqueológicas são culturalmente homogêneas e como se deu a evolução delas. Este projeto tem como principal objetivo compreender a diversidade cultural e evolução das culturas arqueológicas que estão sendo obliteradas pelo modelo Itaparica-Umbu de ocupação paleoíndia da América do Sul oriental a fim de compreender mais acuradamente sua distribuição geográfica e cronológica, focando em coleções líticas provenientes dos Estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A análise dos principais atributos dos vestígios líticos fornecerá meios para que se possa entender a relação dos grupos paleoíndios contemporâneos brasileiros entre si e com outros grupos culturais da América do Sul, assim com possíveis relações de ancestralidade e descendência com culturas mais antigas e mais recentes. (AU) | |
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