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O papel da presença de IRF-5 em células dendríticas, macrófagos e linfócitos B para o controle da infecção pelo vírus Oropouche em modelo murino

Processo: 20/02448-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2020
Vigência (Término): 31 de maio de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:José Luiz Proença Módena
Beneficiário:Camila Lopes Simeoni
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Sistema imune   Febre de Oropouche   Virologia

Resumo

Vírus emergentes podem causar grandes impactos em uma população suscetível. Um exemplo disso são os vírus transmitidos por vetores artrópodes que se disseminam em ambientes selvagens e áreas urbanas, como o Vírus Oropouche (OROV). Esse é um arbovírus emergente pode ser transmitido no ambiente urbano pela picada de Culicoides paraensis, uma mosca hematófaga que circula no Norte e Nordeste brasileiro. O vírus Oropouche causa em humanos uma doença febril aguda que, em alguns casos, pode evoluir a manifestações neurológicas. Contudo, os detalhes patogenéticos e o papel dos fatores de transcrição chave da resposta imune inata no controle da infecção por esses vírus ainda não estão totalmente esclarecidos. Recentemente, nosso grupo demonstrou que IRF-5, um fator de transcrição ativado após reconhecimento de PAMPs (padrões moleculares associados a patógenos), é essencial no controle da neuroinvasão por OROV. Dessa forma, o objetivo deste projeto é caracterizar como a ausência desse gene em células essenciais da resposta imunológica, como macrófagos, células dendríticas e linfócitos B, afeta a progressão da doença por OROV em modelo murino. Para isso, analisaremos a mortalidade e o tropismo viral em animais LysM cre Irf5f/f; CD11c cre Irf5f/f e CD19 cre Irf5f/f.