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O papel de restrições genéticas no processo coevolutivo

Processo: 19/21732-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2020
Vigência (Término): 31 de maio de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Teórica
Pesquisador responsável:Paulo Roberto Guimarães Junior
Beneficiário:Kate Pereira Maia
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/14809-0 - Dinâmica evolutiva em redes ecológicas, AP.JP2
Assunto(s):Dispersão de sementes   Correlação genética   Redes ecológicas   Mutualismo

Resumo

Nos últimos anos modelos matemáticos identificaram alguns dosmecanismos que governam a dinâmica coevolutiva entre redes de espécies queinteragem. Estes modelos, em sua maioria, pressupõe que a interação é determinadapor um único caráter em cada espécie. Todavia, sabemos que em geral, múltiploscaracteres podem mediar a interação entre espécies e assim influenciar a dinâmicacoevolutiva. Mais do que isso, os caracteres dentro de uma população raramente sãoindependentes, devido ao compartilhamento de efeitos genéticos entre eles(pleiotropia). Estas correlações genéticas influenciam, então, a resposta à seleçãonatural e consequentemente a dinâmica coevolutiva. Desta forma, o objetivo desteprojeto é entender como as restrições fenotípicas geradas pelas correlações genéticasinfluenciam a coevolução em redes de interações de espécies. Para isso, serádesenvolvido um modelo de coevolução com base em teoria de redes e genéticaquantitativa. Além disso, este projeto busca compreender o papel das pressõesseletivas advindas de parceiros de interação no surgimento das correlações genéticas.Por fim, um dos objetivos deste projeto é realizar um levantamento empírico da forçadestas restrições fenotípicas entre caracteres relevantes para estabelecimento deinterações mutualistas em redes de dispersão de sementes Neotropicais. (AU)