| Processo: | 19/20291-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Antropologia |
| Pesquisador responsável: | Renzo Romano Taddei |
| Beneficiário: | Felipe Silva Figueiredo |
| Instituição Sede: | Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Guarulhos. Guarulhos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Modernidade Barragens Secas Políticas públicas Sistemas elétricos de potência Sertão Nordeste |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ciência | Covid-19 | Energia Elétrica | Infraestrutura | Relações Multiespécie | tecnologia e sociedade | Antropologia das Infraestruturas |
Resumo A história da constituição do Nordeste brasileiro passa, desde a colonização, por tentativas de domesticar sua paisagem, culminando em grandes projetos de engenharia ambiental levados a cabo ao longo do século XX. É o caso, por exemplo, de políticas públicas de combate à seca implantadas pelo DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra a Seca), de construções de hidrelétricas, da exploração mineral e da moderna indústria agropecuária. Se, por um lado, estes projetos impõem à região e às pessoas que ali vivem práticas "modernas" de habitar a manejar o ambiente, por outro, muitas vezes encontram certa resistência do clima semiárido e dos modos de vida das populações tradicionais que ocupam o sertão, tendo que modificar radicalmente sua paisagem. Um dos mais proeminentes projetos de infraestrutura construídos na região foi a usina hidrelétrica (UHE) de Sobradinho - Bahia, na década de 1980, sendo uma das principais geradoras de energia elétrica do nordeste. Partindo do contexto de modernização do semiárido e do caso da produção de energia que continua se desenvolvendo em Sobradinho até os dias de hoje (como no caso da eólica e da solar), essa pesquisa tem como objetivo analisar as influências das infraestruturas no ambiente e na vida social de seus habitantes. Ao tentar abranger um número maior de perspectivas acerca destas obras, serão entrevistados também os engenheiros e técnicos da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (CHESF), responsável pela usina hidrelétrica em questão. A partir disso, podemos pensar as influências socioambientais a longo prazo de obras de infraestruturas como essas, levando em consideração a perspectiva daqueles que por ela são afetados (espacial, cultural e até emocionalmente). Por fim, vamos refletir sobre os contextos de mudanças ambientais antropogênicas no desenvolvimento do setor elétrico brasileiro. (AU) | |
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