Busca avançada
Ano de início
Entree

O impacto do China shock sobre a segregação ocupacional entre homens e mulheres no Brasil

Processo: 19/27810-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2020
Vigência (Término): 31 de março de 2021
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Economia - Economia do Bem-estar Social
Pesquisador responsável:Ana Claudia Polato e Fava
Beneficiário:Juliana Cristofani
Instituição-sede: Centro de Engenharia, Modelagem e Ciências Sociais Aplicadas (CECS). Universidade Federal do ABC (UFABC). Ministério da Educação (Brasil). Santo André , SP, Brasil
Assunto(s):Discriminação   Mercado de trabalho   Mulheres trabalhadoras   Segregação   Gêneros (grupos sociais)   Comércio internacional

Resumo

A despeito da crescente participação feminina no mercado de trabalho, essas ainda enfrentam dificuldades no acesso a empregos promissores. Entretanto, analisando brevemente o mercado de trabalho brasileiro, é possível notar que, durante os anos 2000, houve uma redução da segregação ocupacional por gênero. Neste mesmo período, o setor produtivo brasileiro foi afetado pela acentuação do comércio com a China, o que promoveu um acirramento de concorrência em seus respectivos mercados locais, especialmente entre as firmas produtoras de manufaturas. Portanto, este trabalho explorará as especificidades de gênero entre e intra setores, a fim de averiguar se o aumento da concorrência doméstica, ocasionada pela expansão da participação chinesa no comércio internacional (ou China shock) acarretou numa redução da segregação ocupacional entre homens e mulheres no Brasil, durante os anos de 1995 a 2013. Para tanto, o estudo se baseia em uma análise empírica, utilizando uma estrutura de dados em painel, a partir de dados do mercado de trabalho formal brasileiro (RAIS) e informações sobre os fluxos comerciais entre Brasil e China (base de dados BACI). (AU)