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Síntese e caracterização físico-química de um biopolímero de mantas de nanofibras (cotton wool-like) de óxido de grafeno

Processo: 18/15145-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2020
Vigência (Término): 30 de junho de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos
Pesquisador responsável:Rafael Francisco Lia Mondelli
Beneficiário:Marilia Mattar de Amoêdo Campos Velo
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Materiais dentários   Análise físico-química   Biopolímeros   Nanofibras   Óxido de grafeno   Resinas compostas   Materiais híbridos

Resumo

A alta incidência de substituição de restaurações em resinas compostas destaca a necessidade do desenvolvimento de novos materiais restauradores. As últimas décadas demonstram um rápido e crescente avanço na área de nanomateriais. A descoberta do grafeno é considerada uma das maiores forças que impulsionou a nanotecnologia, gerando grande interesse por parte dos pesquisadores ao redor do mundo. Na área de Engenharia de Tecidos, novos biomateriais híbridos, compostos por fases orgânica e inorgânica têm sido pesquisados como um agrupamento de propriedades físico-químicas reforçadas. A dopagem de híbridos bioativos na configuração de mantas de nanofibras (cotton wool-like) com óxido de grafeno representa um caráter inovador deste projeto de pesquisa, uma vez que a manta possui coloração similar às estruturas dentárias, podendo ser empregadas em materiais restauradores com potencial para aumentar a longevidade das restaurações em resina composta, mantendo propriedades ópticas satisfatórias. Primeiramente, uma matriz resinosa será desenvolvida (49,5% BisGMA; 49,5% TEGDMA; canforoquinona 0,2% e 2- dimetacrilato 0,8) e nanofibras híbridas (200 nm) de Poli-ácido-lático + Sílica (1%, 2%, 4%, 8% e 12%) dopadas com óxido de grafeno funcionalizado (1%, 2% e 5%) serão incorporadas. As fibras serão caracterizadas quanto às suas propriedades físico-químicas, o que envolve morfologia, grau de degradação térmica e composição. As caracterizações no biopolímero desenvolvido serão conduzidas por FTIR (n=3), resistência flexural (n=10), módulo de elasticidade (n=10), MEV (n=3) e dureza de superfície (n=5). Por fim, para aproximar este estudo das condições in vivo, por meio do teste in vitro em fluido corporal simulado, a formação de apatita será determinada após imersão dos espécimes em solução saturada a 37°C em estufa, avaliados por FTIR e difração de raio-x após (1, 12, 24, 72, 168 e 336 hs) de imersão. Os dados quantitativos numéricos serão submetidos à análise de variância a dois critérios e Tukey (p<0,05). (AU)

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