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Níveis e atividade da secretase ADAM10 em pacientes com Diabetes Mellitus tipo 2 e Doença de Alzheimer

Processo: 19/26709-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2020
Vigência (Término): 31 de março de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria
Pesquisador responsável:Márcia Regina Cominetti
Beneficiário:Danielle dos Santos Maia Salheb de Oliveira
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Geriatria   Biomarcadores   Insulina   Proteína ADAM10   Cognição   Diabetes mellitus   Doença de Alzheimer

Resumo

A DA (doença de Alzheimer) é uma doença neurodegenerativa gradual e progressiva caracterizada pela atrofia cortical predominante no lobo temporal medial, e microscopicamente, perdas neuronais extensas e depósitos denominados emaranhados neurofibrilares e placas senis. Desde os resultados do estudo de Rotterdam em 1992, sabe-se que o DM (diabetes mellitus tipo 2) aumenta o risco de demência. Pacientes com DM2 apresentam alterações cerebrais estruturais e comprometimento cognitivo, com elevado risco de desenvolver DA. Estes dados sugerem que a insulina pode desempenhar um papel fundamental com relação a atividade cerebral e com a formação da memória. A partir destes achados, a DA tem sido chamada por alguns pesquisadores de "diabetes tipo 3" (DM3) ou "diabetes cerebral". Nosso grupo vem estudando biomarcadores periféricos para a DA desde 2010. Nossos resultados indicam que a ADAM10 (A Disintegrin And Metaloprotease), a ±-secretase que inibe a formação das placas senis e, portanto, é protetora contra a DA, está diminuída em plaquetas de idosos com esta demência comparado com idosos cognitivamente saudáveis. Neste sentido, o objetivo deste estudo é verificar os níveis e atividade da ADAM10 entre sujeitos cognitivamente saudáveis, com DA isolada ou com a presença concomitante de DM2. O impacto clínico deste estudo está relacionado a uma nova abordagem que poderia ser utilizada no tratamento deste tipo de demência, observando também os estados metabólicos e inflamatórios dos pacientes, além de contribuir para o melhor entendimento da biologia da doença em si. (AU)