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Avaliação hematológica e bioquímica do envenenamento experimental por Lachesis muta muta (surucucu sul-americana) em ratos tratados com N-acetilcisteína e antiveneno

Processo: 19/20737-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2020
Vigência (Término): 31 de maio de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia
Pesquisador responsável:Rafael Stuani Floriano
Beneficiário:Carina Vivian Pires
Instituição-sede: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Bioquímica   Antivenenos   Antioxidantes   Lachesis muta   Acetilcisteína   Contagem de células sanguíneas   Testes hematológicos   Modelos animais

Resumo

Envenenamentos por Lachesis são caracterizados por manifestações clínicas como mionecrose local e sistêmica, insuficiência renal, hemorragia, coagulopatia e hipotensão. O tratamento do envenenamento laquético está condicionado à soroterapia e existem poucos registros acerca do uso de outras estratégias terapêuticas. Estudo recentes revelaram que n-acetilcisteína (NAC) pode ser empregada como um potencial agente coadjuvante à soroterapia em envenenamentos por viperídeos (Bothrops e Crotalus). No presente projeto, visamos avaliar a eficiência do uso de NAC, associada ou não ao soro anti-Bothrops/Lachesis, na redução dos efeitos sistêmicos induzidos pelo envenenamento experimental por Lachesis m. muta (Surucucu Sul-Americana) em ratos. Os animais serão divididos em seis grupos experimentais: (1) controle, (2) veneno, (3) NAC, (4) veneno + NAC, (5) veneno + antiveneno e (6) veneno + NAC + antiveneno [vias de administração: veneno 1,5 mg/kg (intramuscular), NAC 150 mg/kg e antiveneno razão 1:1,5 (v/w) (intraperitoneal)]. Os animais serão clinicamente monitorados (temperatura retal, ambulação por teste open field e formação de edema) nos tempos T0, T30, T60, T90 e T120, e em seguida eutanasiados para colheita de amostras de sangue destinadas às avaliações hematológicas (hemograma e tempo de coagulação) e bioquímicas (CK, CK-MB, creatinina ALT), incluindo a colheita de amostras de tecido muscular esquelético e cardíaco, renal e hepático para análise histopatológica. Os resultados deste estudo contribuirão para o entendimento da ação terapêutica de compostos antioxidantes sobre os efeitos induzidos pelo envenenamento laquético. (AU)