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A clínica ampliada da sexualidade na psicologia sócio histórica: raciocínio e manejo subprojeto: o coordenador como mediador na prática de rodas de conversa

Processo: 19/24289-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2020
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Social
Pesquisador responsável:Edna Maria Severino Peters Kahhale
Beneficiário:Giulia Cândido Bruno
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Sexualidade   Diversidade sexual   Identidade de gênero   Promoção da saúde   Prática clínica   Diagnóstico clínico   Clínica ampliada

Resumo

O presente projeto decorre dos estudos desenvolvidos pelo Laboratório de Estudos de Saúde e Sexualidade. Investigou-se, nos últimos quatro anos, questões relativas ao gênero, à sexualidade e à corporeidade no contexto virtual e constatou-se uma reproduço do padro heteronormativo vigente na sociedade tanto em espaços hetero como homoafetivos. Como decorrência desses estudos, objetiva-se ampliar o debate e a atuação focando no trabalho clínico, pensando a clínica ampliada numa perspectiva crítica da Psicologia Sócio-Histórica (PSH). A prática da clínica ampliada poderia ser um caminho para experimentar propostas e ações que rompessem com os padrões heteronormativos, criando-se outras possibilidades de identidade de gênero e de práticas sexuais que no se configurassem como abjetas. Constatou-se que na PSH existem poucos trabalhos que fornecem parâmetros para uma clínica crítica e compromissada com as questões do sofrimento psíquico decorrente das práticas e desejos envolvidos na diversidade sexual. O objetivo geral deste projeto é propor raciocínio clínico para manejo de questões referentes à sexualidade em atendimentos individuais e grupais, e criar critérios de avaliação da prática clínica desenvolvida. Como objetivos específicos: refletir sobre historicidade como categoria analitica; apreender as relações de gênero, práticas sexuais e vivências com IST emergentes na prática clínica; identificar a atividade como categoria que configura o papel da clínica; identificar os coordenadores do grupo e terapeutas como mediadores na prática da clínica ampliada. As análises utilizarão a metodologia qualitativa buscando os elementos que constituem o raciocínio clínico na PSH. (AU)