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Biosensores RFID para detecção em ambiente hospitalares de bactérias e fungos responsáveis por infecções

Processo: 20/02748-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de junho de 2020
Vigência (Término): 31 de maio de 2021
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Gabriela Byzynski Soares
Beneficiário:Isabelle Cardoso Alves de Lima
Empresa:Nanochemtech Ltda
CNAE: Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais
Atividades de serviços de complementação diagnóstica e terapêutica
Atividades de apoio à gestão de saúde
Vinculado ao auxílio:19/07589-6 - Biosensores RFID para detecção em ambiente hospitalares de bactérias e fungos responsáveis por infecções, AP.PIPE
Assunto(s):Infecção hospitalar   Patógenos   Técnicas e procedimentos diagnósticos   Técnicas biossensoriais   RFID   Óxido de grafeno   Aptâmeros de nucleotídeos

Resumo

Um grande problema nacional para saúde coletiva são infecções hospitalares, as quais resultam em um aumento de tempo de internação do paciente e também da taxa de mortalidade. O monitoramento do ambiente hospitalar e clinicas médicas é um dos fatores decisivos para a redução das taxas de infecção hospitalar. Assim, este projeto PIPE tem como objetivo a obtenção de um protótipo comercial de um biosensor RFID (Radio Frequency Identification) depositado em suporte plástico, com o objetivo de detecção rápida e barata, dos principais agentes infecciosos, no ambiente hospitalar, capazes de gerar quadros de contaminação hospitalar. A deposição de material orgânico especifico, e descrito em mais detalhes ao longo do projeto, visa obter um dispositivo mais biocompatível sobre a etiqueta RFID e auxiliar a na ligação e estabilidade do bio-receptor, além de melhorias no sinal elétrico do biosensor. Moléculas bio-receptoras específicas e seletivas para determinados microrganismos (descritas em mais detalhes ao longo do projeto), viabiliza a utilização do biosensor em diversificadas condições ambientais, como alteração de temperatura e umidade. Além disso, o biosensor será seletivo para cada patógeno. A leitura remota facilita a identificação de possíveis contaminações, dando informação rápida a equipes médicas para tomada de ações preventivas e protocolos de higiene. Objetiva-se utilizar esse biosensor em formas de tiras reagentes descartáveis e por isso, o mesmo será suportado sob suportes plásticos espessos comercial. Assim, o biosensor pode ajudar na detecção prévia de microrganismo patógenos causadores de infecções no ambiente hospitalares, resultando em ajustáveis, rápidas e melhores condições de monitoramento do ambiente e, consequentemente, reduzindo custos as instituições hospitalares.