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Padronização da purificação e identificação de microvesículas provenientes do plasma de pacientes HIV+

Processo: 19/25348-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2020
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Pesquisador responsável:Fabiani Gai Frantz
Beneficiário:Felipe Celloni Blaya Martinez
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/15066-0 - Programação epigenética em doenças infecciosas crônicas: exaustão e training do sistema imune inato, AP.JP2
Assunto(s):Epigênese genética   HIV   AIDS   Envelhecimento   Biomarcadores   Resposta imune   Soropositividade para HIV   Prognóstico
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Biomarcadores de senescência | Hiv | microvesiculas | Epigenética

Resumo

O Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), causador da síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS), é considerado um grande problema de saúde pública mundial. No Brasil, estima-se que 867 mil pessoas estão vivendo com HIV, sendo que em 2017, 48 mil novos casos foram relatados e 14 mil foram a óbito em decorrência da infecção. Os medicamentos disponíveis para a terapia são eficazes em reduzir a carga viral circulante e o consequente desenvolvimento da síndrome de imunodeficiência, porém pacientes sob tratamento antirretroviral apresentam de forma precoce comorbidades não infecciosas, como diabetes, aterosclerose, insuficiência renal, neurodegeneração e câncer. Esses achados têm sido associados principalmente à inflamação sistêmica crônica e ao processo de imunossenescência desencadeados pela infecção e pela persistência de reservatórios virais. Vesículas extracelulares produzidas e liberadas por células em estado de senescência desempenham um papel importante na comunicação intercelular e consequentemente podem favorecer o processo de senescência em células adjacentes. Para tanto, as vesículas seriam capazes de carrear componentes de membrana, conteúdo citoplasmático e nuclear e, serviriam também como vetores para a transferência de proteínas, lipídios, RNA mensageiro e microRNA. Nossa hipótese é que microvesículas poderiam regular a resposta imune e a indução de senescência precoce destas células, após a infecção causada pelo HIV em pacientes cronicamente infectados. Sendo assim, este projeto tem por objetivo padronizar a extração e caracterização de microvesículas circulantes provenientes do plasma de pacientes convivendo com HIV. Este conhecimento irá auxiliar no desenvolvimento de outros projetos do laboratório que visam à identificação de biomarcadores ou potenciais alvos moleculares para terapia ou prognóstico da doença. (AU)

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