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Fatores clínicos que predizem alterações ultrassonográficas no tendão de Aquiles em bailarinos profissionais: uma análise não-linear

Processo: 20/00020-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de junho de 2020
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2024
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Fábio Viadanna Serrão
Beneficiário:Bruna Mariana Tessarin
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Ortopedia   Traumatologia   Tendinite   Tendão do calcâneo   Bailarinos   Análise não linear   Análise morfológica

Resumo

A Tendinopatia de Aquiles caracteriza-se por dor persistente no tendão e perda de função, relacionada a carga mecânica. No ballet clássico, a incidência de TA é de 19% dentre todas as lesões. Nessa patologia, alterações morfológicas (áreas hipoecóicas e espessamento do tendão) são observadas pela ultrassonografia. Entretanto, essas alterações também podem estar presentes em indivíduos assintomáticos, tornando-os mais susceptíveis ao desenvolvimento de sintomas. A interação de fatores tais como a pronação subtalar excessiva, limitação da amplitude de dorsiflexão do tornozelo, além de déficits de força e resistência muscular do membro inferior podem produzir cargas excessivas no tendão de Aquiles e, assim, ocasionarem as alterações morfológicas anteriormente citadas. Não é de nosso conhecimento a existência de estudos que tenham verificado a associação entre medidas clínicas e as alterações ultrassonográficas, no tendão de Aquiles de bailarinos profissionais. Os objetivos do estudo são verificar, por meio de uma análise não linear, quais desses fatores estão associados com a presença de áreas hipoecóicas e com a espessura do tendão de Aquiles de bailarinos profissionais, bem como verificar como eles se interagem para predizer essas alterações morfológicas. Será um estudo transversal. Participarão do estudo bailarinos profissionais sadios, de 18 a 40 anos, ambos os sexos. Todos os participantes serão submetidos a: 1- avaliação morfológica do tendão de Aquiles; 2- avaliação do alinhamento da articulação subtalar; 3- avaliação da amplitude de dorsiflexão do tornozelo; 4- avaliação do torque isométrico máximo do quadril, joelho e tornozelo; e 5- avaliação da endurance dos músculos flexores plantares do tornozelo. A associação entre as variáveis clínicas e ultrassonográficas será analisada por meio da árvore de classificação e regressão (Classification and Regression Trees - CART). (AU)