Busca avançada
Ano de início
Entree

Desenvolvimento de kit colorimétrico com uso de nanopartículas de ouro para diagnóstico de parvovírus canino 2

Processo: 20/01629-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de junho de 2020
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:João Pessoa Araújo Junior
Beneficiário:Ana Carolina Yamakawa
Instituição-sede: Instituto de Biotecnologia (IBTEC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Técnicas biossensoriais   Nanopartículas de ouro   Doenças infecciosas em animais   Parvovirus canino   Técnicas de diagnóstico animal   Testes imediatos

Resumo

A parvovirose canina é uma enfermidade infectocontagiosa aguda, causada pelo parvovírus canino 2 (PVC-2), um DNA vírus de fita simples, sem envelope viral e cujo genoma não codifica a enzima DNA-polimerase. Possui tropismo por tecidos com alta replicação celular, dentre eles o epitélio intestinal, tecidos embrionários, linfoides e medula óssea. Existem atualmente três tipos antigênicos: PVC-2a, PVC-2b e PVC-2c. A principal porta de entrada é a oronasal, mas pode ocorrer transmissão indireta por contato com fômites, vetores mecânicos e ambiente contaminado. A excreção viral pelas fezes ocorre em torno de quatro dias antes do início dos sintomas, podendo continuar por semanas após a melhora clínica, sendo um importante mecanismo de contaminação ambiental. Endêmica em todo território brasileiro, o desenvolvimento de técnicas diagnóstico baratas, práticas e rápidas, são necessárias, uma vez que somente o diagnóstico clínico, não é suficiente. Biossensores vem se destacando na área tecnológica como uma ferramenta analítica que pode identificar a presença de patógenos (antígenos ou ácido nucleico) utilizando como base nanopartículas. O objetivo do presente projeto é desenvolver e padronizar kits colorimétricos para a identificação do PVC-2 em amostras de fezes, utilizando nanopartículas de ouro modificadas com a deposição de anticorpos ou sondas específicas, que, ao se ligarem ao seu respectivo alvo proporcionarão uma mudança imediata de coloração. Essa é uma nova técnica que promoverá um diagnóstico de forma rápida, simples e de baixo custo, em comparação com as metodologias usuais. (AU)