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Padrão de expressão do DNA viral por hibridização in situ em uma ampla série de carcinomas espinocelulares oral e orofaríngeo

Processo: 20/03896-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2020
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Jorge Esquiche León
Beneficiário:Taisa Ribeiro Kusumota
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Patologia bucal   Neoplasias orofaríngeas   Carcinoma de células escamosas   Infecções por Papillomavirus   DNA viral   Hibridização in situ

Resumo

Vários estudos enfatizam o carcinoma espinocelular (CEC) oral (CECO) como uma entidade distinta do CEC de orofaringe (CECorof). Enquanto o CECO afeta comumente pacientes idosos e está relacionado ao uso do tabaco e álcool, o CECorof afeta pacientes jovens, em estreita associação com infecção pelo papilomavírus humano (HPV) e apresenta melhor prognóstico. Dados do Brasil mostram que entre 5% e 25% dos CECorofs, e entre 10% a 15% dos CECOs, são HPV+. Considerando o perfil do HPV de alto risco (HPV-AR) e baixo risco (HPV-BR), o qual é pouco conhecida no CECO e CECorof, alguns estudos avaliando câncer cervical e lesões pré-malignas mostram que a co-infecção por HPV pode estar associada a uma menor taxa de desenvolvimento de câncer cervical, enquanto outros mostram que a co-infecção por HPV aumenta o risco de câncer cervical. Assim, a identificação dos genótipos HPV-AR e HPV-BR são cruciais, especialmente do ponto de vista preventivo e terapêutico. Até a presente data, não há estudos avaliando detalhadamente o padrão de expressão do DNA viral do HPV-AR e HPV-BR (integrado e/ou epissomal), no CECO e CECorof, a qual poderia auxiliar no melhor entendimento dos mecanismos tumorigênicos estreitamente ligados com a infecção do HPV nestas neoplasias. Assim, o objetivo do presente estudo será avaliar o perfil de HPV-AR e HPV-BR, em estreita correlação com padrão de expressão do DNA viral (integrado e/ou epissomal) pela técnica de hibridização in situ (HIS), em CECOs (n=100) e CECorofs (n=100) em uma população brasileira, visando critérios prognósticos e terapêuticos.