Busca avançada
Ano de início
Entree

Efeito da ozonioterapia uterina e dos anticoagulantes sobre os parâmetros de estresse oxidativo em éguas

Processo: 20/03024-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2020
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Breno Fernando Martins de Almeida
Beneficiário:Lidiana Zanetti Amatti
Instituição-sede: Faculdades Integradas de Ourinhos (FIO). Fundação Educacional Miguel Mofarrej. Ourinhos , SP, Brasil
Assunto(s):Patologia veterinária   Ozonioterapia   Estresse oxidativo   Antioxidantes   Ácido úrico   Albuminas   Anticoagulantes   Bioquímica   Teste de Tukey   Equinos

Resumo

A ozonioterapia age no organismo de forma a provocar um quadro de estresse oxidativo controlado, induzindo a melhora da resposta antioxidante, imune e circulatória, o que parece auxiliar nos processos infecciosos e inflamatórios, segundo literatura científica recente. Todavia, como a ozonioterapia afetaria os parâmetros indicadores de estresse oxidativo, estes poderiam ser monitorados de forma a obter-se o melhor desempenho antioxidante sem causar prejuízos ao organismo. Tendo em vista que fatores como a dose, o tempo após aplicação e o número de aplicações não estão totalmente padronizados, especialmente em equinos, esse tipo de avaliação faz-se necessária para se obter os melhores efeitos terapêuticos da ozonioterapia no organismo. Nesse contexto, o presente projeto terá como objetivo, em primeiro lugar, avaliar o estresse oxidativo sistêmico em éguas submetidas à ozonioterapia uterina, bem como determinar o melhor método para avaliação da capacidade antioxidante total (CAT); segundo, para avaliar o efeito dos anticoagulantes sobre os marcadores de estresse oxidativo em éguas antes e depois da indução do estresse oxidativo pela ozonioterapia. Para tal, 10 éguas clinicamente saudáveis serão selecionadas e passarão pelo protocolo de ozonioterapia uterina por lavagem uterina com solução ozonizada seguida de insuflação uterina com a mistura de gás oxigênio-ozônio por três dias consecutivos, tendo amostras sanguíneas colhidas antes (basal), ao terceiro, sexto, décimo e décimo sétimo dias. As análises bioquímicas de estresse oxidativo serão realizadas em fotocolorímetro, sendo determinada a CAT por quatro métodos: pela redução do cátion ABTS (CAT-ABTS), pela inibição do cátion ABTS associado à peroxidase (CAT-ABTS+HRP), pela capacidade de redução férrica do plasma (CAT-FRAP) e pela capacidade antioxidante cúprica redutora (CAT-CUPRAC); além da determinação da capacidade oxidante total (COT), peroxidação lipídica pelas substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBARS), dos antioxidantes ácido úrico e albumina. As variáveis serão testadas quanto à normalidade e as diferenças entre os momentos serão verificadas pelos testes de ANOVA com medidas repetidas e pós-teste de Tukey ou Friedmann com pós-teste de Dunn, enquanto as comparações com os diferentes tipos de amostra serão realizadas com teste de t múltiplo, sendo consideradas significativas quando p<0,05.