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Efeitos da aplicação crônica da fotobiomodulação no pâncreas em ratos diabéticos

Processo: 19/19850-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2020
Vigência (Término): 30 de abril de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Ana Claudia Muniz Renno
Beneficiário:Isabella Liba Pandolfo
Instituição-sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Assunto(s):Fisioterapia   Diabetes mellitus   Estresse oxidativo   Pâncreas   Insulina   Terapia a laser de baixa intensidade   Histopatologia   Imuno-histoquímica   Western blotting

Resumo

O diabetes mellitus (DM) é uma doença caracterizada pela hiperglicemia, sua causa é a destruição autoimune das células ² do pâncreas, gerando assim, uma deficiência na secreção de insulina. Um modelo de DM frequentemente utilizado na literatura é pela indução com estreptozotocina (STZ), que promove a morte específica das células ² do pâncreas. A fim de estudar tratamentos para o DM, a fotobiomodulação (FBM) pode fornecer uma estratégia terapêutica com potencial promissor, devido a atuação na regeneração e proliferação celular, promovendo a sobrevivência das células ². Assim, o objetivo deste estudo é avaliar os efeitos da FBM, aplicada de maneira crônica, na regeneração do pâncreas e parâmetros sorológico de tolerância à insulina e à glicose em um modelo experimental de DM em ratos. Para isso, serão utilizados 16 ratos Wistar machos, que serão anestesiados e submetidos a indução de DM1 por meio de uma dose de 60 mg/kg de STZ na veia peniana. Após 15 dias da indução da doença, será verificado a glicemia dos animais para confirmação da DM1. Os animais serão distribuídos aleatoriamente em dois grupos (n=8): Grupo controle diabético (GC) e Grupo diabético tratado com FBM de 30 J/cm² (L30). O grupo irradiado passará por 12 sessões de tratamento, 3 vezes por semana, em dias alternados, durante 4 semanas. Após o último dia de irradiação, será avaliado a tolerância à glicose e à insulina nos animais. A eutanásia será realizada com dose excessiva de anestésico e ocorrerá a dissecção do pâncreas para processamento histológico de colocaração de HE, para análise histopatológica e morfométrica e imunoistoquímica das proteínas anti-insulina e 8-OhdG. Também será realizado Western Blot para expressão proteica da enzima Aconitase. Para as análises estatísticas será utilizado ANOVA. (AU)