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O papel do sistema renina-angiotensina sobre o metabolismo ósseo da mandíbula de camundongos diabéticos com periodontite induzida

Processo: 20/03068-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2020
Vigência (Término): 31 de março de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Sandra Helena Penha de Oliveira
Beneficiário:Bianca da Silva Ribeiro
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:15/03965-2 - Papel do sistema renina-angiotensina em diferentes modelos inflamatórios orais: uma abordagem interdisciplinar experimental e clínica, AP.TEM
Assunto(s):Periodontite   Inflamação   Osteoblastos   Diabetes mellitus   Sistema renina-angiotensina

Resumo

A doença periodontal (DP) é considerada uma inflamação que destrói o tecido de sustentação dos dentes - osso alveolar, ligamento periodontal, cemento e gengiva. Há vários estudos que vinculam a periodontite à diabetes mellitus, visto que a diabetes mellitus potencializa a gravidade da DP. Um dos mediadores envolvidos no processo inflamatório da DP é a angiotensina. O sistema renina-angiotensina (SRA), além da inflamação, está associado também ao turnover ósseo pela ação da angiotensina que atua de forma indireta sobre as células ósseas através do fluxo vascular da medula óssea ou pela liberação de mediadores da inflamação que aumentam a vascularização endotelial que estimula a osteoclastogênese. Dessa forma, este trabalho propõe avaliar o papel do SRA sobre o metabolismo ósseo da mandíbula de camundongos diabéticos submetidos a periodontite experimental. Para tanto serão utilizados camundongos Balb/c, machos, diabéticos ou não, submetidos à DP e tratados ou não com alisquireno, inibidor de renina. Neste estudo serão avaliados os marcadores ósseos da atividade osteoclástica na mandíbula e sua relação com a renina, assim como citocinas e quimiocinas que podem estar envolvidas no processo. Os resultados das análises comparativa dos dados histomorfométricos, imunológicos e moleculares certamente contribuirão para o aprimoramento dos conhecimentos envolvidos nos mecanismos moleculares e celulares do metabolismo ósseo necessário para o reparo do tecido ósseo, podendo assim, colaborar para o desenvolvimento de novas terapêuticas para o controle da periodontite na presença de diabetes. (AU)