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Mobilidade humana na Amazônia antiga arqueologia isotópica dos sepultamentos do sambaqui Monte Castelo (RO) e biodisponibilidade de estrôncio nas terras baixas da América do Sul

Processo: 19/26285-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2020
Vigência (Término): 31 de maio de 2022
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Arqueologia - Arqueologia Pré-histórica
Pesquisador responsável:Eduardo Góes Neves
Beneficiário:Francisco Antonio Pugliese Junior
Instituição-sede: Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/07794-9 - Povos indígenas e o meio ambiente na Amazônia Antiga, AP.TEM
Assunto(s):Paleoambientes

Resumo

Pesquisas recentes confirmam que as camadas estratigráficas do Holoceno médio ao superior do sambaqui Monte Castelo (São Francisco do Guaporé - RO) apresentam alta densidade de sepultamentos humanos, caracterizando o sítio como um eminente monumento funerário do sudoeste amazônico durante aquele período. As escavações em curso têm evidenciado um conjunto representativo dessas estruturas funerárias e a produção de dados isotópicos sobre elas possibilitará que os padrões de mobilidade sejam investigados em relação aos paleoambientes regionais. Neste Projeto são propostas análises isotópicas de estrôncio, com foco no mapeamento das assinaturas dos esmaltes dentários e de outros materiais biológicos de Monte Castelo e região e sua comparação com dados de outros sítios, como Hatahara, na Amazônia Central. Além dos estudos sobre mobilidade humana no passado, os dados produzidos serão geoprocessados para constituição de uma isoscape arqueológica da biodisponibilidade de estrôncio no sudoeste amazônico. Ao final deste Projeto, o mapeamento da mobilidade humana na Amazônia antiga terá sido iniciado e estará aberto a ser permanentemente atualizado.