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Influência do tamoxifeno associado a cisplatina na osseointegração de implantes de titânio

Processo: 19/25798-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2020
Vigência (Término): 31 de maio de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia
Pesquisador responsável:Juliano Milanezi de Almeida
Beneficiário:Bruno Orozimbo Macedo Urzedo
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Próteses e implantes   Implantes dentários de titânio   Ósseointegração   Tamoxifeno   Cisplatino   Técnicas histológicas   Imuno-histoquímica

Resumo

O propósito do presente estudo será avaliar a ósseointegração de implantes de titânio instalados em tíbias de ratos modificados sistemicamente pelo tamoxifeno (TAM) associado ou não a Cisplatina (CIS). Serão utilizadas 72 ratas, aleatoriamente distribuídas em dois grupos experimentais (n=36), os animais receberão ovariectomia bilateral, instalação dos implantes em tíbia bilateralmente e após 8 semanas, administração por gavagem de solução salina (SS) e citrato de tamoxifeno(TAM) por todo o período experimental. Doze animais de cada grupo serão eutanasiados na 10ª, 14ª e 18ª semana, as tíbias direita e esquerda serão coletadas e análises histológicas, histométricas, imunoistoquímicas e ultraestrutural realizadas. A análise morfológica constará da descrição das características histológicas do tecido ósseo na região das roscas do implante de titânio e áreas de interface osso/implante. As marcações imunoistoquímicas serão avaliadas semi-quantitativamente para todos os anticorpos. Para análise histométrica serão adotados os seguintes critérios de avaliação: O Contato Direto (CD) do tecido ósseo com a superfície do implante em relação ao Comprimento Total (CT) das roscas do implante (mm); Área de Osso Neoformado (AON) em relação à Área Total (AT) presente dentro dos limites das roscas do implante (mm²). As análises serão realizadas nos dois lados do implante, nos terços cervical, médio e apical. O foco da análise ultraestrutural será a interface entre osso e a superfície do implante. Será avaliada a relação dos osteócitos e seus prolongamentos com a superfície do titânio e osteócitos adjacentes, bem como a distribuição dessas células no tecido ósseo periimplantar. Os dados quantitativos serão submetidos a análises estatísticas paramétricas ou não paramétricas com nível de significância de 5%.