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Composição autonômica de software para cidades inteligentes

Processo: 20/07193-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2020
Vigência (Término): 31 de maio de 2021
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Ciência da Computação - Sistemas de Computação
Convênio/Acordo: MCTI/MC
Pesquisador responsável:Fábio Moreira Costa
Beneficiário:Roberto Vito Rodrigues Filho
Instituição-sede: INST INFORMATICA/UFG
Vinculado ao auxílio:15/24485-9 - Internet do futuro aplicada a cidades inteligentes, AP.TEM
Assunto(s):Sistemas distribuídos   Cidades inteligentes   Internet das coisas

Resumo

Sistemas contemporâneos são frequentemente implantados em ambientes operacionais altamente voláteis, heterogêneos e portanto bastante complexos. Cidades Inteligentes são um exemplo notável que ilustra todos os aspectos da complexidade de sistemas modernos. Na criação do software que compõe Cidades Inteligentes utilizam-se tecnologias que visam mitigar os problemas na criação e gerência de sistemas modernos, como a utilização de micro-serviços para construção da plataforma que abstrai a infraestrutura de dispositivos espalhados pela cidade, e Redes Definidas por Software (SDN) para Internet das Coisas (IoT) para prover uma maior flexibilidade na interconexão dos dispositivos. Entretanto, essas tecnologias, apesar de serem usadas na adaptação do software em tempo de execução, ainda assim demandam a definição da lógica de adaptação do sistema que determina quando e para qual configuração o software irá se adaptar. Uma abordagem promissora que possibilita que sistemas em qualquer domínio de aplicação aprendam, em tempo de execução, sua lógica de adaptação é chamada Sistemas de Software Emergentes (ESS). A presente proposta tem por objetivo a exploração do conceito de ESS, juntamente com micro-serviços e SDN para IoT, na composição autonômica dos componentes de software de Cidades Inteligentes, lidando com a alta dinamicidade dos ambientes operacionais presentes nesse domínio de aplicação. Por fim, tem-se por objetivo contribuir para alavancar o estado da arte de sistemas adaptativos e autonômicos e seu papel na gestão da complexidade presente no ecossistema de software das Cidades Inteligentes.