| Processo: | 19/17868-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Arqueologia - Arqueologia Histórica |
| Pesquisador responsável: | Astolfo Gomes de Mello Araujo |
| Beneficiário: | Marianne Sallum |
| Instituição Sede: | Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 19/18664-9 - A ocupação humana do Sudeste da América do Sul ao longo do Holoceno: uma abordagem interdisciplinar, multiescalar e diacrônica, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 21/09619-0 - Arqueologia do colonialismo e da persistência: uma abordagem comparativa das práticas indígenas entre São Paulo (Brasil) e a Nova Inglaterra (Estados Unidos), BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Colonialismo Etnografia Comunidade indígena São Paulo Nova Inglaterra |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Comunidades indígenas | Comunidades Tradicionais | Estudos Pós-Coloniais | Etnografia | Gênero | Tupi | Colonialismo |
Resumo Pesquisas sobre colonialismo têm atualmente descontruído as narrativas coloniais tradicionais sobre perda cultural indígena, com o objetivo de mostrar a emergência de práticas e materialidades nos contextos sob políticas coloniais. Antropólogxs, arqueólogoxs e comunidades indígenas têm colaborado para a construção de histórias plurais e multivocais, centradas na persistência de práticas culturais e nas ontologias ameríndias. A partir de uma perspectiva pós-colonial pretende-se investigar as relações entre europeus, indígenas e seus descendentes e a interconexão com a materialidade, comparando dois contextos coloniais: 1) tupiniquins e portugueses em São Paulo (BRA) e a associação entre a cerâmica e a alteridade na apropriação da tecnologia portuguesa; 2) indígenas e ingleses na Nova Inglaterra (EUA) e a persistência identitária diante da mudança material e econômica, especialmente entre os coletivos indígenas da Reserva Pequot oriental. Também irá examinar as perspectivas teórico-metodológicas desenvolvidas na Nova Inglaterra, onde estão investigadores proeminentes sobre o colonialismo e a persistência de práticas. Pretende-se explorar os conceitos de agência, apropriação, transformação, fusão e integração cultural. Outro objetivo é assinalar novas abordagens sobre a trajetória histórica dos objetos e a sua ressignificação nos museus e coleções. A hipótese é que, nos dois casos, a materialidade e as práticas europeias foram apropriadas e transformadas pelos coletivos indígenas, persistindo até a contemporaneidade. (AU) | |
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