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O papel da amígdala na confiança interpessoal

Processo: 19/22513-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2020
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia do Desenvolvimento Humano
Pesquisador responsável:Ana Alexandra Caldas Osório
Beneficiário:Fernando da Silva Reis
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). Instituto Presbiteriano Mackenzie. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Neurociências   Ocitocina   Tonsila do cerebelo   Receptores de ocitocina   Comportamento pró-social   Confiança

Resumo

A existência da confiança é essencial para uma boa relação interpessoal, sendo ela uma das dimensões mais importantes do comportamento pró-social. Entretanto, o conhecimento sobre as bases biológicas da confiança ainda é incipiente. Pesquisas sugerem que o sistema ocitocinérgico possui um importante papel no estabelecimento da confiança interpessoal e que a amígdala - estrutura cerebral com grande densidade de receptores de ocitocina (OT) e altamente recrutada no processamento de informação socioemocional - está diretamente implicada na manifestação de comportamentos de confiança. Neste domínio, estudos demonstraram associações entre polimorfismo do gene de receptor da OT (rs53576) e perfis diferenciados de confiança interpessoal. Sabendo-se disso, esta pesquisa visa analisar as relações entre polimorfismo do gene de receptor da OT (rs53576), neuroimagem da amígdala e a manifestação comportamental da confiança. A coleta de dados está sendo realizada em duas partes: na primeira, coleta-se amostras sanguíneas para genotipagem do polimorfismo rs53576 e o preenchimento de questionário para avaliação da expressão da confiança; na segunda parte, estão sendo realizados exames de ressonância magnética funcional com o objetivo de obter dados funcionais e estruturais da amígdala enquanto os colaboradores realizam tarefas de jogo econômico e de confiabilidade de rostos humanos que implicam julgamentos de confiança. Todos os participantes (N = 30) serão homens, acima de 18 anos, destros e clinicamente saudáveis. Os dados coletados permitirão analisar as relações entre o polimorfismo rs53576 e a neuroimagem na expressão de comportamentos de confiança interpessoal. (AU)