| Processo: | 20/03449-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Sociais Aplicadas - Planejamento Urbano e Regional - Serviços Urbanos e Regionais |
| Pesquisador responsável: | Suzana Pasternak |
| Beneficiário: | Leticia Casagrande Dupont |
| Instituição Sede: | Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Segregação urbana Segregação social Áreas de pobreza Habitação popular Espaço urbano São Paulo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Análise Sociodemográfica | Favelas | Habitação e Estudos Urbanos | habitação popular | Indicador de Precariedade Habitacional | Segregação socioespacial | Estudos da Habitação |
Resumo As favelas brasileiras historicamente são representadas como locais da ausência, ou seja, desprovidos de serviços públicos e infraestrutura, e categorizadas como homogeneamente pobres e segregadas. Contudo, além de entender o processo de favelização e segregação presente no espaço urbano das metrópoles no Brasil, para aprofundar a discussão dos níveis de segregação existentes dentro das áreas mais pobres é necessário reconhecer as diferenciações na microescala das favelas. Diante da heterogeneidade dos espaços físicos e do perfil da população residente nas favelas, parte-se do pressuposto de que a segregação socioespacial presente na cidade também é reproduzida internamente nas favelas. Nesse contexto, procura-se investigar quais os padrões de segregação socioespacial nas favelas a partir da criação um indicador de precariedade habitacional dos domicílios, que abranja a complexidade de fatores relacionados com a moradia. Busca-se explorar a relação entre a precariedade dos domicílios e as características sociodemograficas dos moradores, destacando a indispensável intersecção da segregação socioespacial com as questões raciais, de gênero e de classe. Para a elaboração da pesquisa pretende-se utilizar uma abordagem espacial e quantitativa, analisando as favelas Olaria, Capadócia, Pedra Branca e Vila Nova Esperança da cidade de São Paulo como estudos de caso a partir de um viés exploratório. A análise dos dados baseia-se no uso de ferramentas estatísticas e de geoprocessamento em ambiente SIG (Sistema de Informações Geográficas). (AU) | |
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