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A relação entre tamanhos distintos de esferóides na gênese de hipóxia central e alteração do potencial de multidiferenciação de células-tronco humanas da polpa dentária

Processo: 19/27001-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2020
Vigência (Término): 31 de agosto de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Katiúcia Batista da Silva Paiva
Beneficiário:Icaro Paschoal Brito Ribeiro
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Bioengenharia   Células-tronco   Polpa dentária   Anóxia   Esferoides celulares   Diferenciação celular   Osteogênese

Resumo

A abordagem de Bioengenharia Óssea clássica ("top-down") faz a associação de células-tronco com biomateriais e moléculas sinalizadoras. Recentemente, a abordagem "bottom-up" tem se mostrado bastante interessante por reproduzir as interações célula-célula e célula-matriz extracelular existentes no ambiente tecidual. Desta forma, novas tecnologias celulares tridimensionais (3D) como os esferóides, "cell sheet" e organóides têm sido cada vez mais usadas por apresentarem um maior potencial de aplicação clínica em relação a cultura em monocamada ou 2D. No entanto, há um problema nos esferóides que é a difusão de oxigênio para o seu interior diretamente relacionada com o aumento do seu diâmetro. Deste modo, ocorre a geração de hipóxia central e, em alguns casos, necrose. Ainda há um grande debate se este fenômeno seria importante para desencadear outros eventos, tais como a diferenciação celular. Esferóides de células-tronco da polpa dentária (DPSCs) têm sido estudados para seu potencial uso em Bioengenharia Óssea e foi demonstrado que esferóides grandes cultivados em meio osteogênico têm a capacidade de se diferenciar em outros tipos celulares, além de osteoblastos, e isso poderia estar associado aos eventos de morte celular. No entanto, nenhum estudo mais aprofundado relacionando o aumento do tamanho dos esferóides de DPSCs com o aumento da hipóxia central e a modulação do potencial de multidiferenciação celular foi realizado. Portanto, o foco deste trabalho é avaliar a presença de hipóxia central em diferentes tamanhos de esferóides (100, 500 e 1.000 µm) de DPSCs humanas e relacioná-la à possíveis alterações do potencial de multidiferenciação quando cultivadas em meio osteogênico.