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Sensores de acetona para aferição de nível glicêmico

Processo: 20/08920-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE
Vigência (Início): 01 de junho de 2020
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Interdisciplinar
Pesquisador responsável:Marcelo Antonio Donizetti Martinho
Beneficiário:Marcelo Antonio Donizetti Martinho
Empresa:Nchemi Engenharia de Materiais Ltda
CNAE: Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais
Vinculado ao auxílio:19/09905-2 - Sensores de acetona para aferição de nível glicêmico, AP.PIPE
Assunto(s):Sensores de gases   Acetona   Nanopartículas   Nanotecnologia   Filmes finos   Diabetes mellitus   Índice glicêmico   Difração por raios X   Termogravimetria   Microscopia

Resumo

A Diabetes é uma doença que prejudica a qualidade de vida de milhões de pessoas e também é responsável pela morte de milhões de pessoas por ano no mundo. Diabéticos que possuem a necessidade de controle periódico do nível de glicemia sofrem com o método invasivo dos sensores convencionalmente utilizados, pois estes exigem retirada de sangue para análise, o que pode ser doloroso e desconfortável, principalmente para crianças e idosos. Por este motivo, no Brasil e no mundo existe a demanda de métodos menos invasivos e que utilizem sensores simples e de baixo custo para o monitoramento do nível glicêmico de diabéticos, o que pode representar um mercado de bilhões de reais. Uma alternativa para tal demanda é a análise de compostos orgânicos voláteis que são naturalmente exalados no hálito. Para diabéticos, a alteração no nível glicêmico do paciente gera uma alteração na quantidade de acetona liberada no hálito, que é proporcional ao nível glicêmico presente no sangue. Diversos sensores de acetona são descritos na literatura, porém a alta temperatura de trabalho, alto custo, falta de sensibilidade e especificidade dificultam sua aplicação prática e difundida. Para suprir essa demanda, este projeto propõe o desenvolvimento de um sensor baseado em um filme fino nanoestruturado (constituído de partículas de 10nm) que pode superar as dificuldades encontradas nos sensores de acetona. O principal desafio tecnológico na primeira fase do projeto é a síntese de nanopartículas de óxido de tungstênio, já conhecido como sensor de acetona, com tamanho controlado e propriedades desejadas para obtenção de filmes finos homogêneos e com microestrutura controlada. Desta forma, as nanopartículas, os filmes finos e os sensores são caracterizados filmes serão caracterizados por técnicas como Difração de Raios-X (DRX), Termogravimetria (TG), Microscopia Eletrônica de Transmissão (MET), Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV), método da sonda quatro pontas (resistência elétrica superficial) e teste do sensor em câmara de gás com concentração controlada. (AU)