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Controle molecular do comportamento de cópula em Aedes aegypti

Processo: 19/21731-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de julho de 2020
Vigência (Término): 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Entomologia e Malacologia de Parasitos e Vetores
Pesquisador responsável:Paulo Eduardo Martins Ribolla
Beneficiário:Ana Carolina Florindo de Mello
Instituição-sede: Instituto de Biotecnologia (IBTEC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Biologia molecular   Comportamento animal   Copulação   Arbovirus   Infecções por Arbovirus   Aedes

Resumo

Arboviroses são patologias infecciosas causadas por arbovírus, os quais são caracterizados por se multiplicarem nos tecidos de invertebrados - artrópodes hematófagos - e serem transmitidos pela picada destes invertebrado para um vertebrado. As três arboviroses de maior importância epidemiológica são a dengue, a zika e a febre de chikungunya, todas tem como principal vetor o mosquito Aedes aegypti. A cópula dos mosquitos Aedes tem grande importância epidemiológica, pois, após ocorrer, a fêmea busca a alimentação sanguínea para fazer a oviposição. A busca para o parceiro da cópula, a busca por alimentação sanguínea e diversos comportamentos são dependentes do sistema sensorial do mosquito, que faz a ligação entre o ambiente externo e o ambiente interno. O principal órgão sensorial é a antena, formada pelas sensilas olfativas, responsáveis pela entrada das moléculas de odor, que são carregadas pelas proteínas ligadoras de odor, as OBPs. Estudos prévios de nosso grupo de pesquisa mostraram uma correlação entre comportamento de cópula em Aedes aegypti e A. albopictus e alteração na expressão de OBPs, indicando que as proteínas ligadoras de odor podem ter um papel importante no comportamento de cópula. Com base nessa premissa, o objetivo do presente projeto é compreender o papel da expressão de odorants binding proteins no comportamento de cópula e oviposição das fêmeas de Aedes aegypti e Aedes albopictus. Para isso, será empregada a técnica de iRNA para reduzir a expressão de genes selecionados e verificar o fenótipo causado por essas alterações. (AU)