| Processo: | 20/02159-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia |
| Pesquisador responsável: | José Luiz Proença Módena |
| Beneficiário: | Karina Bispo dos Santos |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Virologia Arbovirus Vírus Oropouche Febre de Oropouche Antivirais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aak1 | antivirais | Oropouche | Virologia |
Resumo Oropouche Orthobunyavirus (OROV) é um arbovírus associado a casos frequentes de doença febril na região amazônica. A alta diversidade genética entre ortobunyavírus gerada por rearranjo genético ou mutações faz com que o desenvolvimento de compostos com atividade antiviral direta seja desafiador, portanto, compostos direcionados ao hospedeiro parecem uma boa alternativa para desenvolver antivirais contra o OROV. OROV infecta células hospedeiras através de endocitose mediada por clatrina (EMC), um processo altamente orquestrado, dependente da atividade da quinase 1 associada à proteína adaptadora 2 (AAK1). Dessa forma, acreditamos que inibidores de AAK1 podem ter atividade antiviral contra OROV. Para tanto, iremos determinar o efeito antiviral de dois compostos inibidores de AAK1 e um inibidor de outras quinases que não AAK1, todos não citotóxicos e com atividade quinase verificada pelo SGC-UNICAMP, durante o ciclo replicativo do OROV. Pretendemos identificar as etapas da infecção viral em que esses compostos atuam utilizando diferentes protocolos de pré- e pós-tratamento in vitro. Serão analisadas características morfológicas das células (núcleo, mitocôndria e vesículas celulares) na presença e ausência dos compostos durante a infecção através de microscopia confocal de imunofluorescência. Os dados serão validados por ensaios de silenciamento e superexpressão da quinase AAK1 e os compostos mais promissores poderão ser testados em modelos animais de infecção por OROV em estudos futuros. Assim, o projeto tem como perspectiva caracterizar o papel de AAK1 na entrada e replicação de OROV e desenvolver um possível antiviral contra esse emergente patógeno. (AU) | |
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