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Desvendando os determinantes de paisagem da recuperação de florestas por meio de uma perspectiva sucessional

Processo: 20/06734-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2020
Vigência (Término): 31 de maio de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Conservação da Natureza
Convênio/Acordo: Organização Holandesa para a Pesquisa Científica (NWO)
Pesquisador responsável:Pedro Henrique Santin Brancalion
Beneficiário:Catherine Torres de Almeida
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/18416-2 - Compreendendo florestas restauradas para o benefício das pessoas e da natureza - NewFor, AP.BTA.TEM
Assunto(s):Restauração florestal   Florestas tropicais   Sensoriamento remoto   Variabilidade espacial   Uso do solo   Mata Atlântica   São Paulo

Resumo

Avanços recentes que descrevem padrões espaciais de regeneração de florestas tropicais incluem a influência da estrutura da paisagem entre os principais fatores de recuperação da floresta. Esses avanços foram alcançados através da avaliação da frequência relativa de condições sob as quais as florestas naturais ocorreram em áreas previamente classificadas como campos antropogênicos. No entanto, existem evidências sólidas que descrevem o segundo crescimento como um processo gradual, que engloba a sucessão de comunidades vegetais transitórias. As políticas de conservação desenvolvidas para a Mata Atlântica Brasileira (BAF) consideram um modelo razoavelmente consensual com quatro estágios de recuperação. Entre eles, são esperadas três transições, e cada transição pode apresentar respostas específicas relacionadas ao contexto da paisagem. Aqui, nosso objetivo é investigar a variabilidade espacial da probabilidade de transição entre estágios sucessionais no BAF e suas relações com o contexto do uso da terra. Nesse sentido, o BAF em regeneração será mapeado no Estado de São Paulo e classificado para o estágio sucessional nos dois extremos de uma década. A comparação entre esses períodos permitirá avaliar como as probabilidades de transição variam dentro de nossa área de estudo. Espera-se que os resultados permitam quantificar as porções de BAF em cada estágio de regeneração para diferentes cenários e fornecer recomendações de gerenciamento que estejam cientes dos estágios sucessionais e do contexto de uso da terra. Acreditamos que as conclusões deste estudo focadas no BAF do Estado de São Paulo serão transferíveis para o manejo de novas florestas tropicais em outros lugares. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
PONTES-LOPES, ALINE; SILVA, CAMILA V. J.; BARLOW, JOS; RINCON, LORENA M.; CAMPANHARO, WESLEY A.; NUNES, CASSIO A.; DE ALMEIDA, CATHERINE T.; SILVA JUNIOR, CELSO H. L.; CASSOL, HENRIQUE L. G.; DALAGNOL, RICARDO; STARK, SCOTT C.; GRACA, PAULO M. L. A.; ARAGAO, LUIZ E. O. C. Drought-driven wildfire impacts on structure and dynamics in a wet Central Amazonian forest. PROCEEDINGS OF THE ROYAL SOCIETY B-BIOLOGICAL SCIENCES, v. 288, n. 1951 MAY 26 2021. Citações Web of Science: 0.

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