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Práticas culturais juvenis: modos de ser, estar e representar na metrópole

Processo: 20/08357-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de julho de 2020
Vigência (Término): 30 de junho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Antropologia - Antropologia Urbana
Pesquisador responsável:Alexandre Barbosa Pereira
Beneficiário:Carolaine Nunes Silva
Instituição-sede: Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Guarulhos. Guarulhos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/14717-0 - Práticas culturais juvenis: modos de ser, estar e representar na metrópole, AP.R
Assunto(s):Atividades de lazer   Jovens   Gerações   Metrópoles   Políticas públicas   Cultura (sociologia)

Resumo

A proposta deste projeto é indagar a noção de juventude como construção histórica, atentando para como ela pode ser apreendida a partir de três perspectivas: 1) A da juventude com uma experiência vivida; 2) A da juventude como um campo de intervenção de políticas públicas e de representações simbólicas; 3) A da juventude como valor ou estilo de vida altamente valorizado no mundo contemporâneo. Dialoga-se, assim, com o modo como Karl Mannheim (1993) concebe a experiência geracional, como uma representação cultural e uma situação social compartilhada por determinados indivíduos. O que se pretende, portanto, é compreender as múltiplas representações que se constroem sobre a juventude, tanto a partir de como as políticas públicas, nos campos da cultura e da educação, e os enfoques midiáticos têm retratado tal noção, principalmente no que diz respeito a como se aborda a juventude pobre, como da maneira como essa noção transforma-se também na representação de um estilo de vida altamente valorizado. Da mesma forma, pretende-se compreender as performances, artefatos e produções juvenis em ato, voltando-se etnograficamente para determinados e relevantes contextos juvenis na Região Metropolitana de São Paulo, onde será possível apreender essa juventude vivida em suas vicissitudes. Quer se alcançar, assim, o que Carles Feixa e Pam Nilan (2009) nomeiam com os mundos plurais que dão formas às subjetividades juvenis. (AU)