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Análise descritiva e funcional dos receptores IP3R1 na patologia de retinose pigmentar usando como modelo animais camundongos C3H/HeJ

Processo: 20/02035-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2020
Vigência (Término): 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Alexandre Hiroaki Kihara
Beneficiário:Théo Henrique de Lima Vasconcellos
Instituição-sede: Centro de Matemática, Computação e Cognição (CMCC). Universidade Federal do ABC (UFABC). Ministério da Educação (Brasil). Santo André , SP, Brasil
Assunto(s):Neurobiologia   Retinite pigmentosa   Estresse oxidativo   Fotorreceptores   Retina   Citotoxicidade   Análise funcional   Modelos animais de doenças

Resumo

A retina é um neuroepitélio fotossensível presente na região interna do olho, sendo parte importante do sistema nervoso central (SNC). Na retina, a conversão da informação luminosa em informação eletroquímica, processo que tem início nos fotorreceptores. Alterações no número ou fisiologia dos fotorreceptores podem levar a importantes déficits visuais. Uma das doenças que pode levar à perda total da visão é a retinose pigmentar (RP). Essa patologia possui milhares de novos casos anuais e, embora haja diversos genes já bem descritos relacionados à RP, sua progressão parece seguir os mesmos estágios iniciais, intermediários e finais, começando com a morte de fotorreceptores do tipo bastonetes e posterior degradação dos cones. Entretanto, o insulto inicial que leva à morte primária de bastonetes é incerto, alguns autores correlacionaram a morte secundária de cones com excesso de cálcio citoplasmático e mitocondrial, levando à condição de excitotoxicidade e estresse oxidativo. Neste contexto, o receptor tipo 1 inositol-1,4,5-trifosfato (IP3R1), responsável pela homeostase do cálcio intracelular, poderia participar da progressão desta patologia. Portanto, o objetivo do presente estudo é analisar a distribuição do receptor IP3R1 durante a progressão dessa doença em modelos animais de RP autossômica recessiva C3H/HeJ, e propor a intervenção na patologia através do knockdown desse receptor em janelas temporais específicas. Com esta abordagem espera-se que a diminuição da IP3R1 reduza a progressão e melhora no quadro da patologia. (AU)