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Análise sinótica e climatológica do ciclone subtropical IBA

Processo: 20/06949-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2020
Vigência (Término): 31 de agosto de 2021
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Meteorologia
Pesquisador responsável:Luiz Felippe Gozzo
Beneficiário:Jéssica Lis Rosa
Instituição-sede: Faculdade de Ciências (FC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Climatologia   Meteorologia dinâmica   Meteorologia sinótica   Tempestades ciclônicas   Temperatura do ar   Anomalias   Previsão climatológica   Atlântico Sul

Resumo

Este trabalho propõe o estudo de caso de um ciclone subtropical pouco comum, denominado Iba, ocorrido no final de março de 2019, sobre o oceano Atlântico Sul, próximo à costa do Espírito Santo e Bahia. O principal objetivo do trabalho é realizar uma análise sinótica do ciclone, a fim de caracterizar sua estrutura subtropical, determinar suas principais características e identificar o padrão sinótico em que se desenvolveu. Pretende-se também determinar anomalias climatológicas para o mês de março de 2019, buscando por características de grande escala que tenham contribuído para sua formação. Estas análises serão realizadas a partir de dados da reanálise ERA5 do European Centre for Medium-Range Weather Forecasts (ECMWF), utilizando as variáveis temperatura do ar (K), componentes zonal e meridional do vento horizontal (m s-1), componente vertical do vento (m s-1), altura geopotencial (m), e razão de mistura (kg kg-1), desde a superfície até 100 hPa. Os dados serão estudados a cada três horas durante o ciclo de vida do ciclone, e a análise climatológica será realizada utilizando médias mensais para o mês de março no período de 1979 a 2020. Campos sinóticos serão apresentados em três momentos do ciclo de vida do ciclone Iba: gênese, maturidade e decaimento. Mapas de anomalias de vento horizontal e temperatura da superfície do mar para o mês de março de 2019 permitirão investigar a hipótese de que as condições climatológicas durante o período de formação do ciclone possam ter importantes diferenças em relação à média climatológica dos meses de março, auxiliando na compreensão e previsão da formação desta classe de ciclones sobre o Atlântico Sul. (AU)