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Uso da gabapentina em felinos para avaliação ecocardiográfica

Processo: 20/07225-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2020
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Marcel Gambin Marques
Beneficiário:Daniela Ribas Jané
Instituição-sede: Faculdades Integradas de Ourinhos (FIO). Fundação Educacional Miguel Mofarrej. Ourinhos , SP, Brasil
Assunto(s):Cardiologia veterinária   Pressão sanguínea   Frequência cardíaca   Ansiolíticos   Gabapentina   Placebos   Avaliação clínica   Gatos   Ecocardiografia

Resumo

Na cardiologia veterinária, a realização do exame ecocardiográfico na espécie felina é, na maioria das vezes, um grande desafio. As principais manifestações de medo ou estresse caracterizam-se por alterações comportamentais e fisiológicas, como aumentos significativos da pressão arterial, frequência cardíaca e respiratória. Essas alterações além de comprometerem a saúde e bem-estar, dificultam sobremaneira a execução e interpretação do exame ecocardiográfico. A gabapentina tem sido utilizada na tentativa de reduzir as manifestações de medo e estresse em felinos em diversos contextos. Desta forma, o objetivo do estudo será avaliar se a administração de gabapentina facilita a execução do exame ecocardiográfico em felinos. Além disso, serão avaliados os efeitos da gabapentina sobre os parâmetros ecocardiográficos convencionais do ventrículo esquerdo. Serão utilizados 10 gatos, adultos de ambos os sexos, com idade entre 1 a 6 anos, castrados, saudáveis e domiciliados. Os animais serão avaliados em duas visitas, com intervalo de 7 dias entre cada. Duas horas antes da visita o animal receberá ou uma dose de 100 mg de gabapentina ou uma dose de placebo, de forma randomizada. O exame ecocardiográfico será realizado logo após as 2 horas e será cronometrado. O cronômetro será iniciado a partir do posicionamento do animal em estação na mesa de exame e finalizado após a obtenção de todos os parâmetros ecocardiográficos convencionais (modo-B, modo-M e Doppler espectral). Os animais serão avaliados de acordo com um escore de avaliação, preenchido pelo examinador e pelo tempo de execução do exame. Espera-se que a gabapentina promova tranquilidade e permita uma melhor colaboração do animal, assim como uma melhor interpretação do exame ecocardiográfico.