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Influência de diferentes escalas espaciais na obtenção de informações de uso do solo para aplicação em estudos ecológicos em riachos

Processo: 20/02377-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2021
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Conservação da Natureza
Pesquisador responsável:Lilian Casatti
Beneficiário:Yoshiaki Nogueira Miyazaki
Instituição-sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Biodiversidade   Ambiente aquático   Conservação dos recursos naturais   Assembleias de peixes   Uso do solo   Riachos   Estudos ecológicos

Resumo

A compreensão dos efeitos das mudanças na paisagem vem ganhando destaque em estudos ecológicos em ambientes de água doce. É notável que as variáveis da paisagem vêm sendo cada vez mais utilizadas por ecólogos e ictiólogos, preocupados em identificar e compreender os padrões e processos associados à perda da biodiversidade de peixes em ambientes aquáticos. Por outro lado, não há padronização nas escalas e metodologias aplicadas para a aquisição de informações geográficas do uso e ocupação do solo. Nos estudos em riachos, de maneira geral, duas metodologias com dois padrões espaciais diferentes vêm sendo utilizadas para obter tais informações: Delimitação de buffer circular (também chamado de radial) e delimitação de buffer ripário (também chamado de contínuo ou linear). O objetivo deste projeto é avaliar as respostas das assembleias de peixes de riachos aos dois métodos de obtenção de informações de uso e cobertura do solo. Para isso, serão traçados buffers circulares (100, 500 e 1000 m de raio) e ripários (60 e 100 m de largura) a partir do ponto georreferenciado, no programa ArcGis, tomando por base o conjunto de dados obtido em 75 riachos amostrados na bacia do Rio Machado - RO. Desses buffers, será extraída a proporção de floresta nativa, que será a variável preditora. As variáveis resposta serão a riqueza e abundância de espécies sensíveis e tolerantes. Esses conjuntos de variáveis serão modelados utilizando Modelos Mistos Aditivos Generalizados. Assim, com base nos valores de Akaike e R2 ajustado será possível determinar qual buffer terá maior poder de explicação sobre os indicadores de estrutura das assembleias de peixes.