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Morfologia subordinadora no ramo oeste da família Tupi

Processo: 20/04988-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2020
Vigência (Término): 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Linguística - Linguística Aplicada
Pesquisador responsável:Luciana Raccanello Storto
Beneficiário:João Paulo Fernandes Bento da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Línguas indígenas   Língua Tupi   Morfologia (linguística)   Subordinação   Análise morfossintática

Resumo

O presente projeto procura testar as hipóteses de organização da família linguística Tupi com base na morfologia subordinadora e nominalizadora presente nas línguas de seus diversos ramos, com enfoque no ramo Oeste (famílias Arikém, Tuparí, Mondé, Ramaráma e Puruborá) (Rodrigues 1986). As hipóteses a serem testadas são os modelos arbóreos do ramo Oeste de Rodrigues (2002), montado com base em comparações lexicais, e de Wolski (2019), montado com base em comparações sintáticas. Caso os dados obtidos não corroborem uma das duas hipóteses, será proposta uma nova disposição do modelo. Compararemos as funções e usos dos morfemas {-pa} nominalizador, {-a} gerundivo e {-p} infinitivo ou propositivo em línguas como Karitiana (ramo Arikém), Wayoro e Mekens (ramo Tuparí), Gavião (ramo Mondé) e Karo (ramo Ramaráma), buscando diferenciar seus usos e funções, bem como paralelos que aproximem ou afastem o grau de parentesco linguístico com base na comparação morfossintática. Para isso, serão utilizados artigos e dissertações sobre a morfologia e sintaxe das línguas para obtenção e análise de dados que seriam úteis na comparação morfossintática.

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