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Estudo de amorfização e cristalização da liga Fe61Cr8Mo4Nb4(B0.7C0.3)23

Processo: 20/04464-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2020
Vigência (Término): 30 de setembro de 2021
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Metalurgia Física
Pesquisador responsável:Walter José Botta Filho
Beneficiário:Gabriel Pedrino
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Materiais nanoestruturados   Aço inoxidável   Cristalização   Ligas   Cristalografia   Microanálise   Caracterização estrutural   Caracterização microestrutural   Espectroscopia

Resumo

Aços inoxidáveis de diferentes classes têm tido sua composição modificada através da adição de boro, visando, tanto a obtenção de fases amorfas, como a formação controlada de boretos. A formação de fase amorfa e a formação de boretos tem por objetivo otimizar as propriedades de ligas utilizadas para recobrimentos especiais, especificamente, com elevadas resistências à corrosão e ao desgaste. Dependendo do sistema, da composição e do processamento empregado, boretos podem ser formados durante a solidificação, ou por precipitação no estado sólido a partir de fases cristalinas, ou durante a cristalização de uma matriz amorfa. Em cada caso, boretos com diferentes estruturas cristalinas e composições podem ser formados. Neste contexto, o presente trabalho tem como objetivo produzir através de diferentes rotas de processamentos uma nova liga a base de Fe, modificada com adições de B e C, com composição Fe61Cr8Mo4Nb4(B0.7C0.3)23, e de estudar a capacidade de formação de fase amorfa e a sua cristalização controlada. A caracterização estrutural e microestrutural será realizada utilizando as técnicas de difração de raios X (DRX), difração de elétrons, microanálise por espectroscopia de energia dispersiva (EDS), espectroscopia de perda de energia de elétrons (EELS) e sistema de mapeamento automático de identificação de fases e orientação cristalográfica (ASTAR). Em função do sucesso no desenvolvimento da liga, após sua completa caracterização microestrutural, as propriedades de resistência à corrosão e ao desgaste também serão estudadas.