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Reestruturações da cidade e fragmentação socioespacial a partir do comércio: o aglomerado de Londrina

Processo: 20/03423-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2020
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana
Pesquisador responsável:Maria Encarnação Beltrão Sposito
Beneficiário:Guilherme Pereira Cocato
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/07701-8 - Fragmentação socioespacial e urbanização brasileira: escalas, vetores, ritmos e formas FragUrb, AP.TEM
Assunto(s):Urbanização   Segregação urbana   Reestruturação urbana   Centralidade   Distribuição espacial   Londrina (PR)

Resumo

No decorrer do processo de urbanização, entende-se que as atividades comerciais ocupam funções essenciais. Esta pesquisa visa analisar as reestruturações espaciais do aglomerado de Londrina a partir da distribuição espacial dos estabelecimentos comerciais, por meio dos processos de descentralização, recentralização e poli(multi)centralização, avaliando de que modo tais dinâmicas confluem para o processo de fragmentação socioespacial urbana. Coloca-se como hipótese que a distribuição espacial dos estabelecimentos comerciais pode acontecer de maneira dispersa e descentralizada, contribuindo para a formação de poli(multi)centralidades, o que afeta diretamente a dinâmica de reestruturação das cidades e pode configurar um espaço urbano em processo de fragmentação. Dessa maneira, é imprescindível investigar as estratégias espaciais dos agentes econômicos responsáveis pela localização dos estabelecimentos comerciais na malha urbana. Também é objetivo detalhar os deslocamentos para o consumo e a importância das formas de mobilidade urbana na dinâmica de distribuição espacial dos estabelecimentos comerciais. Os procedimentos metodológicos abrangerão consulta, manipulação e geocodificação de dados provenientes do Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos (CNEFE) e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS); bem como uso da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) e execução de trabalhos de campo. Unem-se diferentes ferramentas que podem resultar em análises descritivas orientadas por discussões teórico-metodológicas críticas, visando uma contribuição para os estudos em Geografia Urbana e Econômica no Brasil. (AU)