| Processo: | 20/04402-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Arqueologia - Arqueologia Pré-histórica |
| Pesquisador responsável: | André Menezes Strauss |
| Beneficiário: | Eliane Nunes Chim |
| Instituição Sede: | Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/16451-2 - Histórias indígenas de longa duração: o Brasil pré-colonial pela ótica da antropologia virtual e da arqueogenômica, AP.JP |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/06749-5 - Produção de alimentos durante o Holoceno no Planalto Central Brasileiro, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Bacia do Rio São Francisco Produção de alimentos Zooarqueologia Holoceno Horticultura Pintura rupestre Brasil |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | análise multi-isotópica | bacia do rio São Francisco | produção de alimentos | urânio-tório | Zooarqueologia | Archaeological Science |
Resumo A origem e o desenvolvimento de estratégias de subsistência e sistemas econômicos baseados na produção de alimentos são questões centrais para compreensão da história profunda da humanidade. Estes processos já estão relativamente bem caracterizados em inúmeras regiões do mundo. No Brasil Central, especificamente na Bacia do Rio São Francisco, o registro arqueológico apresenta a clara presença de grupos horticultores no Holoceno final, entretanto, a origem e o significado do aparecimento de grupos horticultores estão longe de serem bem compreendidos. Em parte, isso se deve ao fato de que a transição entre forrageio e horticultura ocorre ao longo do Holoceno médio, um período notável pela drástica diminuição da densidade do registro arqueológico. A raridade dos vestígios arqueológicos desse período contrasta com a abundância de sítios arqueológicos de forrageadores do Holoceno inicial. É no âmbito da discussão sobre a transição do forrageio para a produção de alimentos que se insere o presente projeto, cujo objetivo é entender a transição nos modos de subsistência do forrageio para a horticultura e caracterizar a cronologia das ocupações humanas. Para isso serão empregadas análises multi-isotópica de remanescentes humanos e faunísticos e zooarqueológica, bem como estabelecidas cronologias para a ocupação humana por meio de datações de Urânio-Tório de pinturas rupestres e radiocarbônicas de vestígios faunísticos. No presente projeto testaremos a hipótese de uma origem local para as práticas horticultores do Brasil central. (AU) | |
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