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Triagem e bioprospecção de compostos anti-inflamatórios em plantas Phyllanthus niruri, Eugenia uniflora, Schinus terebinthifolius e Jatropha gossypiifolia bioguiados por bioafinidade sobre a sPLA2 de Crotalus durissus terrificus

Processo: 20/03297-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2020
Situação:Interrompido
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacognosia
Pesquisador responsável:Marcos Hikari Toyama
Beneficiário:Gustavo Antonio Fernandes
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB-CLP). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental do Litoral Paulista. São Vicente , SP, Brasil
Assunto(s):Anti-inflamatórios   Antioxidantes   Atividade enzimática   Extratos vegetais   Bioprospecção   Phyllanthus niruri   Crotalus durissus terrificus

Resumo

Neste projeto pretende-se usar a sPLA2 de Crotalus durissus terrificus como molécula alvo para triagem e isolamento e caracterização estrutural de metabólitos secundários de plantas e avaliar seu potencial no controle das atividades enzimáticas e farmacológicas induzidas pela sPLA2 deste veneno. Será utilizado como material botânico as plantas; Phyllanthus niruri (quebra pedra), Eugenia uniflora (pitanga), Schinus terebinthifolius (aroeira-vermelha), Jatropha gossypiifolia (pião-roxo). Estas plantas já estão na Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS junto com outras 71 espécies de plantas, as quais atuam em vários órgãos, no tratamento de doenças e como ação preventiva e nesta lista estão somente às plantas autorizadas pela ANVISA, incluindo estas listadas que serão objeto de nossos estudos. Recentemente nosso grupo desenvolveu um método de triagem, identificação e isolamento de compostos naturais de plantas usando a sPLA2 de Crotalus durissus terrificus como isca molecular para captura de compostos pela bioafinidade destes com a sPLA2. Assim, neste trabalho pretendemos avaliar este método para buscar compostos com capacidade de diminuir tanto a atividade enzimática, como os efeitos antioxidante e pró-inflamatório induzido pela sPLA2 e potencializar os possíveis benefício destas plantas e avaliar se estes compostos são abundantes ou não do material botânico preparado por decocção, por infusão ou por maceração ou na forma de xarope, que são as formas mais comuns de uso destas plantas.